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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Roteiros turísticos da cachaça movimentam turismo em destinos brasileiros.

 De Paraty (RJ) a Belém (PA), o que não faltam são atrativos para visitantes nacionais e estrangeiros desfrutarem a famosa bebida.

Crédito: Vitor Jubini/MTur

Além do vinho, do café e das cervejas especiais, a cachaça, patrimônio cultural do Brasil, tem impulsionado a economia de vários municípios do país e atraído turistas de todo o mundo. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), sua produção pode ser encontrada em mais de 800 cidades brasileiras, sendo mais da metade fabricada nos estados de São Paulo, Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ao todo, o Brasil produz anualmente 1,4 bilhão de litros de cachaça e exporta a bebida para países como Alemanha, Paraguai, Itália, Uruguai e Portugal.

Em alguns destes municípios brasileiros é possível também realizar atividades turísticas como a visitação, degustação e até a harmonização da cachaça com outros ingredientes gastronômicos. Diante de toda essa potencialidade, a Agência de Notícias do Turismo preparou um “roteirinho” com alguns destinos do país para os apaixonados e curiosos pela bebida, que é o destilado mais consumido do Brasil e o terceiro do planeta. Embarque nessa!

PARATY (RJ) - Sinônimo e referência em cachaça, a cidade fluminense é uma das produtoras mais antigas da bebida - desde a época do Brasil Colônia (1.600). Hoje, os alambiques existentes são atrações turísticas para ninguém botar defeito. Entre as principais destaca-se o Engenho D’água, produtora da cachaça bicentenária “Coqueiro”, e o Engenho d’Ouro, onde o visitante pode se deliciar com uma culinária caseira e cachoeira. Além disso, a cidade possui um museu específico da bebida, situado no alambique Paratiana, e sedia, anualmente, o Festival da Cachaça, Cultura e Sabores. Vale a pena conferir.

TIRADENTES (MG) - Falar de cachaça e não citar Minas Gerais seria um pecado, não é mesmo? O estado é repleto de destinos inesquecíveis onde é possível apreciar a bebida. Por aqui, escolhemos a cidade de Tiradentes, que possui uma longa história de produção de cachaça e que fica perto de outras localidades imperdíveis. A 20 km de lá, em Coronel Xavier Chaves, o visitante pode encontrar o alambique mais antigo do Brasil. Um pouco mais perto, no distrito de Bichinho, o turista consegue acompanhar todo o processo de fabricação, desde o canavial até o armazenamento, terminando com a degustação. Se quiser levar de lembrança, o Ateliê da Cachaça oferta mais de 1.100 rótulos para você escolher. É ou não é a terra da cachaça?

LUIZ ALVES (SC) - Quem disse que só há produção de vinhos em Santa Catarina? No estado, a cidade de Luiz Alves ostenta o título de Capital Catarinense da Cachaça. Famoso pela produção de destilados à base de melado, o município possui uma rota com dez alambiques premiados, abertos para a visitação de turistas, que podem acompanhar o processo de fabricação do destilado e, depois, degustarem as bebidas. A produção de cachaça é um dos principais eixos econômicos da cidade e já rendeu a aproximação com distribuidores na Europa e nos Estados Unidos. Situada no Vale Europeu, Luiz Alves fica perto de destinos famosos, como Blumenau, Joinville e Balneário Camboriú.

INDIAROBA E SANTA LUZIA DO ITANHY (SE) - O Nordeste brasileiro também possui diversos atrativos para os amantes de uma boa cachaça. Nas cidades de Indiaroba e de Santa Luzia do Itanhy, em Sergipe, é possível viajar no tempo, mais precisamente até o período colonial, para conhecer a importância dos engenhos, da prática canavieira e da produção de cachaça. Entre os atrativos da rota está a visita à Fazenda Priapu, onde é possível conhecer o processo artesanal de produção da bebida desde a colheita da cana-de-açúcar até o armazenamento em barris para envelhecimento e posterior consumo. Uma verdadeira experiência no interior nordestino.

BELÉM (PA) - Ir a Belém e não tomar a famosa cachaça de Jambu não é um dos pecados capitais, mas chega perto. Brincadeiras à parte, a bebida criada no bar “Meu Garoto” é um marco para a gastronomia paraense e uma curiosidade para os milhares de turistas que visitam anualmente o estado. Alguns recomendam o consumo junto ao caldo de peixe, e outros, apenas para degustar. O que não pode faltar é experimentar essa delícia. O local também apresenta outras versões de cachaça, como as de cupuaçu e de açaí, frutos típicos da região. Além da capital paraense, os turistas podem encontrar a bebida em Manaus (AM), no Acre e em Rondônia.

EXPERIÊNCIAS DO BRASIL RURAL - A cachaça é mais um ingrediente nacional trabalhado pelo Ministério do Turismo, por meio do projeto Experiências do Brasil Rural. Os roteiros que têm a bebida como atração incluem o Caminhos de Dona Francisca (SC), a Rota do Engenho (SE) e a Rota Turística do Café (SP). O projeto busca fomentar a estruturação de destinos e empreendimentos da agricultura familiar associados ao turismo, a partir da capacitação de empresários e produtores rurais com vistas à oferta de experiências memoráveis aos visitantes. Ao final, os participantes recebem suporte para inserir produtos e serviços no mercado turístico, como em bares, restaurantes, meios de hospedagem e lojas de artesanato.

Por Victor Maciel (AssCom MTUR)

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

VI Encontro Internacional de Direitos Culturais acontece entre 02 e 07 de outubro, em Fortaleza - Ceará

Fortaleza sedia VI Encontro Internacional de Direitos Culturais, entre 02 e 07 de outubroCom participação de renomados experts do Brasil, Chile, Espanha e Portugal, programação debaterá o papel do sistema de proteção do patrimônio cultural na preservação dos valores identitários e de diversidade.




De 02 a 07 de outubro, Fortaleza receberá a sexta edição do Encontro Internacional de Direitos Culturais, evento acadêmico que estuda e promove as práticas jurídicas e administrativas relacionadas aos direitos culturais. A programação, composta por palestras, mesas redondas, simpósios temáticos, grupos de debates, apresentações de trabalhos acadêmicos, lançamentos de livros e apresentação artística, tem como tema "A Tutela do Patrimônio Cultural: identidade e diversidade" e será realizada na Universidade de Fortaleza. Interessados em participar como ouvintes podem se inscrever até o próximo dia 2 de outubro, pelo site https://doity.com.br/6eidc.
Loreto Bravo
O encontro celebra os 80 anos de vigência da Lei Brasileira do Tombamento (Decreto- Lei nº 25/1937) e reúne pesquisadores, juristas e agentes culturais de todo o Brasil, além de renomados convidados internacionais, como a especialista em políticas públicas vinculadas ao âmbito cultural Loreto Bravo, da Balmaceda Arte Joven (Chile); Jesús Prieto de Pedro, da Universidad Carlos III (Espanha) e consultor da UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura; e o professor José Bonifácio Ramos, da Universidade de Lisboa (Portugal); para promover discussões sobre o papel do sistema de proteção do patrimônio cultural na preservação dos valores identitários e de diversidade.

Para Francisco Humberto Cunha Filho, presidente do VI Encontro Internacional de Direitos Culturais, o evento provoca ainda o debate sobre a importância de se proteger o patrimônio público e da sociedade como partícipe do processo, os impactos do tombamento de imóveis na vida urbana, preservação de bens imateriais e constituição da memória coletiva. “O encontro é também um importante momento para conhecermos as experiências internacionais e de dialogar sobre alternativas para os conflitos que giram em torno dessas questões”, afirma o professor, que é também pesquisador-Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Culturais.


O VI Encontro Internacional de Direitos Culturais é direcionado a estudantes e profissionais de Direito, pesquisadores, trabalhadores do campo da cultura, gestores públicos, organizações sociais e demais interessados. O VI EIDC é uma realização do Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Culturais, do Programa de Pós-Graduação em Direito Constitucional e do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade de Fortaleza, e conta com apoio do Instituto Brasileiro de Direitos Culturais, Instituto Dragão do Mar, da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, Prefeitura de Fortaleza, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Escola Superior da Magistratutra do Estado do Ceará e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).


PROGRAMAÇÃO


02 de outubro – terça-feira
19h às 22h - Minicurso: Patrimônio cultural: disputas e conquistas
(SALA e-12)
Ministrantes: Cícera Patrícia Alcântara Bezerra, Carlos Renato Araujo Freire e Yazid Jorge Guimarães Costa
(Grupo de Estudos e Pesquisas em Patrimônio e Memória - UFC)

03 de outubro – terça-feira
08h às 12h - Minicurso: Patrimônio cultural: disputas e conquistas (SALA e-12)
Ministrantes: Cícera Patrícia Alcântara Bezerra, Carlos Renato Araujo Freire e Yazid Jorge Guimarães Costa
(Grupo de Estudos e Pesquisas em Patrimônio e Memória - UFC)

14h às 18h - Encontro de Grupos de Pesquisa em Cultura e em Direitos Culturais
(Salas E-12 e E-14)
Coordenação: Rodrigo Vieira (UFERSA) e Taisa Ilana (UNIFOR)

04 de outubro – quarta-feira
14h às 18h - Diálogo: A proteção ao patrimônio cultural: ser e dever ser
(Salas E-12 e E-14)
Participantes: Carlos Magno (UFOP), Gonzaga Adolfo (UNISC), Humberto Cunha (Unifor), Inês Virginia (MPF/SP), Jesús Pietro (UC III - Espanha),  José Bonifácio Ramos (Universidade de Lisboa/Portugal), Loreto Bravo (Balmaceda Arte Joven - Chile), Marcílio Franca (UFPB) e Yussef Campos (UFG)

19h às 22h - Abertura Solene
(Auditório da Biblioteca)
Presidência de Mesa:
Gina Pompeu (Unifor)
Apresentação do VI EIDC
Humberto Cunha (Presidente do VI EIDC/Unifor)
Literatura jurídica sobre patrimônio cultural:
Palestrante: Manoela Queiroz Bacelar (Fundação Edson Queiroz/UNIFOR)
Conferência de Abertura: A proteção do patrimônio cultural na Espanha.
Conferencista: Jesús Prieto de Pedro(UC III - Espanha)
Coordenação: Gina Pompeu (Unifor)

05 de outubro – quinta-feira
08h às 12h - Simpósio Temático 1 Relações jurídicas atinentes às artes (Auditório da Biblioteca)
Palestrantes: Gonzaga Adolfo (UNISC) e
Marcílio Franca (UFPB)
Coordenação: Rafael Xerez (UNIFOR)

14h às 18h - Simpósio Temático 2 Relações jurídicas atinentes à memória coletiva
(Auditório da Biblioteca)
Palestrantes: Carlos Magno (UFOP) e Yussef Campos (UFG)
Coordenação:
Ana Carla Pinheiro (UNIFOR)

19h às 22h - Mesa: O Estado na promoção e proteção do patrimônio cultural (Auditório da ESMEC)
Palestrantes: Inês Virgínia (MPF/SP),
José Bonifácio Ramos (Universidade de Lisboa/Portugal), Luciano Lima (Unifor), Ricardo Bacelar (OAB/CF).
Coordenação: Ângelo Bianco Vettorazzi (ESMEC)

06 de outubro – sexta-feira
08h às 12h - Simpósio Temático 3 Relações jurídicas atinentes aos fluxos de saberes
(Auditório da Biblioteca)
Palestrantes: Gyl Giffoni (UNICAMP) e Danielle Maia (UNIFOR)
Coordenação: Rodrigo (UFERSA)

14h às 18h - Conferência de Encerramento A proteção do patrimônio cultural no Chile (Auditório da Biblioteca)
Conferencista: Loreto Bravo (Balmaceda, Arte Joven - Chile)
Coordenação:  Mário Pragmácio (PUC-RJ/Ibdcult)
Relato Síntese do VI EIDC
Humberto Cunha (Presidente do VI EIDC/Unifor)

19h às 22h - Atividade Cultural no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

07 de outubro – sábado
08h às 12h - Avaliação do VI EIDC (Sala E-12)
Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Culturais


Serviço: VI Encontro Internacional de Direitos Culturais
Data: 02 a 07 de outubro de 2017Local: Universidade de Fortaleza (Avenida Washington Soares, 1321 - Edson Queiroz)
Valor: Ouvintes (lote 2):  R$ 120,00 / Estudantes (lote 2): R$ 60,00 (desconto concecido mediante comprovação por carteira de estudante, declaração da Instituição de Ensino, boleto de mensalidade ou outro documento válido). Informações adicionais: http://direitosculturais.com.br
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCNzT6p7GYhRzo7Lrp8g2f_w

Sugestão de contato para entrevista:
Humberto Cunha - Coordenador do VI Encontro Internacional de Direitos Culturais 
humberto@direitosculturais.com / (85)9989-2529
Vitor Studart – Comissão de organização do VI EIDC 
vitorstudart@gmail.comLoreto Bravo – Diretora da Balmaceda Arte Joven (Chile) directorabaj@gmail.com +56995469300

Atendimento à imprensa:
 Luciana Vasconcelos (85) 999215569
Luana Andrade (85) 99703.4455

sábado, 13 de junho de 2015

Vaquejada pode virar Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas

Projeto é do deputado Dudu Hollanda (PSD), e deve ser votado em 30 dias.
Defensores dos animais afirmam que prática do esporte é cruel.

Derek GustavoDo G1 AL
Vaquejada do Parque Nina Alencar (Foto: Ellyo Teixeira/G1)Defensores defendem que vaquejada é um
esporte cruel (Foto: Ellyo Teixeira/G1)
Tradicional em todo o Nordeste, a vaquejada está prestes a se tornar Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas. O projeto é de autoria do deputado Dudu Hollanda (PSD), e deve ser votado na Assembleia Legislativa (ALE) em julho.
Paralelamente ao trâmite no Lesgislativo, a Secretaria de Estado do Esporte, Lazer e Juventude se mostrou disposta a investir financeiramente na modalidade. Defensores dos animais, no entanto, são contra o que consideram uma "prática cruel".
O fato de a vaquejada fazer parte da cultura nordestina e ser praticada em todo o estado levou Hollanda a propor dois projetos. Um deles, de 2012, fala da normatização de rodeios e vaquejadas em todo o estado. O outro, de maio deste ano, pretende declarar a vaquejada como Patrimônio Imaterial. Os dois estão sendo apreciados pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALE.
“Alagoas não tem esse reconhecimento da vaquejada como patrimônio histórico. Existem milhares de praticantes, e ela, a cada ano, se propaga, cresce e se desenvolve, movimenta a economia e gera empregos. Quero contribuir com isso, e espero que a ALE analise a proposta e a aprove”, afirma o deputado.
No último dia 7 de maio, em nota publicada na Agência Alagoas, a secretária do Esporte, Claudia Petuba, afirma que a Pasta planeja investir em práticas esportivas próprias da região, como a vaquejada e capoeira, que precisaria ser ampliada no estado. Em entrevista ao G1, a secretária explicou que ainda não há projeto definido.
“A vaquejada, diferente da capoeira, não é tombada [considerada patrimônio]. Existe uma legislação que trata o vaqueiro como atleta profissional, e esse esporte é bastante praticado em nossa região. Logo, a secretaria precisa dialogar com todas as modalidades, pois é voltada para o esporte. Acredito que os governos devem dialogar com o que é feito pela sociedade”, explica a secretária.

Uma delas é a psicóloga Luceli Mergulhão, que já atua na causa há 20 anos. Para ela, não há comprovação de que a vaquejada traga qualquer tipo de contribuição positiva para a população.Discordância
Apesar de toda a tradição envolvida, defensores dos animais criticam a realização das vaquejadas, pois acreditam que é uma forma de crueldade contra os animais.

“Acredito que ninguém seja a favor de uma coisa dessas. Como é possível se divertir com o sofrimento dos animais? Nada que oprima, denigra ou inferiorize qualquer ser vivente é justo ou deve ser usado para entretenimento. É preciso respeito”, diz Luceli.
Durante as vaquejadas, os vaqueiros puxam os bois pelo rabo para derrubá-los em determinado ponto marcado previamente na arena. Ainda segundo Luceli, isso pode fazer com que os animais se machuquem bastante e até tenham ossos quebrados na queda.
“Fico constrangida com esses esportes, onde o homem mostra força em cima de um ser inferior a ele. É tudo muito ruim, muito pré-histórico. Se querem valorizar a cultura, que valorizem o bumba-meu-boi, por exemplo, que é histórico e folclórico”, conclui a defensora.
Monique Taciane, do grupo Pata Amada, concorda com Luceli. “Acho que esse dinheiro deveria ser revertido em políticas públicas, e não nesse tipo de esporte. Temos coisas bem mais sérias, como a castração e a instalação de uma delegacia de animais, que precisam de atenção. A vaquejada é lucro privado, e financiá-la não vai resolver a situação dos animais que estão em risco”, defende.
Às vezes, há um 'boi quebrado'. Quando isso acontece, ele é sacrificado"
Dudu Hollanda (PSD), deputado estadual
Dudu Hollanda, no entanto, não concorda que a vaquejada seja cruel. Para ele, acidentes na arena podem acontecer como em qualquer outro esporte. Ainda segundo ele, todos os anos, cerca de 150 vaquejadas são realizadas em Alagoas.
“A prática da vaquejada não tem como objetivo machucar nenhum animal. Evidentemente que, às vezes, há um 'boi quebrado' [que é quando o animal quebra a pata, segundo o deputado]. Quando isso acontece, ele é sacrificado, como qualquer boi que vai ao matadouro, e sua carne será vendida. O abate já existe, independente da vaquejada. Mas ainda assim, reconheço que o assunto é polêmico”, afirma Hollanda.
A secretária do Esporte também minimiza a polêmica. “Atrito não é exclusividade da vaquejada. Lesões em esportes são normais. Já teve jogador que morreu em campo. Teve também o caso do Neymar, que teve sua carreira temporariamente interrompida por uma entrada mais violenta [durante uma partida da Copa de 2014]. Acidentes acontecem”, conclui.



Curiosidades


Qual o significado da palavra TURISMO?

A palavra deriva de tour, do latim tornare e do grego tornus, cujo significado é giro ou círculo. Turismo seria, portanto, o ato de partir e posteriormente regressar ao ponto inicial, sendo que o realizador deste giro é denominado Turista.

Significado de Turista

Indivíduo ou grupo de indivíduos que se deslocam do seu lugar de origem (moradia) para realizar viagem superior a 24h, usufruindo da infra-estrutura do local visitado, sem fixar residência ou renda, motivados por situações diversas (lazer, descanso, eventos, atividades).

O Turismólogo

O Turismólogo é o profissional de nível superior que conhece, analisa e estuda o turismo em sua totalidade.


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