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Mostrando postagens com marcador Ecoturismo. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Brasil Original: conheça as comunidades Indígenas e Quilombolas certificadas pelo MTur

 O projeto foi realizado pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF).

Arquivo Brasil Original

O Ministério do Turismo entregou, de forma virtual, os certificados às Comunidades participantes do "Experiências do Brasil Original". Nesta edição, foram selecionadas quatro comunidades: duas indígenas, no Pará e em Roraima e duas quilombolas, no Pará e Goiás, contemplando os biomas Amazonia e Cerrado. Realizado pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), o Projeto dá mais visibilidade a esses importantes biomas brasileiros e também expande os debates sobre a valorização dos povos originários brasileiros e do turismo étnico e comunitário, valorizando, sobretudo, a história e a cultura, a partir da oferta turística.

veja o Link abaixo:

A Live reuniu o Secretário Nacional de Planejamento, Sustentabilidade e Competitividade no Turismo, Milton Zuanazzi, a Diretora Barbara Blauti e sua equipe Técnica, o Professor Doutor André Brandão, Coordenador de Integração Acadêmica da Universidade Federal Fluminense representando o Reitor da Universidade Federal Fluminense, o Coordenador-Geral do Projeto, Professor Osiris Marques e toda sua equipe de professores da UFF, além dos representantes das Comunidades certificadas e demais parceiros dos estados e municípios.
Milton Zuanazzi explicou que o projeto veio para agregar valor aos serviços e produtos turísticos ofertados por povos Indígenas e comunidades Quilombolas no Brasil, por meio da criação ou aprimoramento de experiências turísticas memoráveis que envolvam agricultura familiar, extrativismo, artesanato, etnoturismo e/ou ecoturismo.
“Vamos estimular renda, gerar empregos e, especialmente, dar condições para manter nossa gente nos seus locais de origem, com qualidade de vida, sustentabilidade econômica e ambiental. Precisamos agradecer a essas comunidades que foram pioneiras em participarem do projeto, de uma forma organizada, pela UFF e tantos outros parceiros envolvidos nos estados e nos municípios. Conseguimos conquistar esse primeiro produto para que essas comunidades possam abrir suas portas ao turismo responsável”, ressaltou.
Ao longo da validação do projeto Experiências do Brasil Original, as comunidades selecionadas foram acompanhadas pela equipe técnica do MTur e da UFF em atividades de diagnóstico, capacitação, mentorias, oficinas para formatação de experiências turísticas e de validação.
"Nós tivemos como resultado um total de 40 experiências memoráveis e transformativas formatadas, mais de 170 pessoas qualificadas, dentro dessas 170, a gente pode fazer um recorte de mais de 30 jovens e mais de 50 mulheres envolvidas nesse projeto. E ao todo, foram 90 famílias beneficiadas com o projeto hoje dentro das comunidades", explicou Anna Modesto, Coordenadora de Produção Associada ao Turismo.
Com o projeto Experiências do Brasil Original foi possível ainda, gerar a aproximação das comunidades e roteiros com receptivos e agências de turismo, o fortalecimento do mercado turístico interno, além da oportunidade do aumento do fluxo de visitantes nas comunidades e territórios contemplados pelo projeto.

VISIBILIDADE - Durante a live, o Ministério do Turismo entregou às comunidades os produtos do projeto, resultados das cinco etapas ao longo de todo o processo de execução. A primeira etapa foi a de seleção das comunidades, a segunda, o diagnóstico - pré-campo e pós-campo, depois as oficinas de experiências, as capacitações, e por fim, as validações das experiências.
Dentre os produtos entregues ao final da imersão proporcionada pelo projeto, estão os relatórios de diagnóstico de cada comunidade, elaborados por meio da pesquisa de campo, que contém informações para a comunidade a partir da própria comunidade. “É como se nós os ajudássemos a organizar as ideias, quais são os recursos que eles têm, com os gargalos existentes, para que a partir disso, eles possam implementar o turismo e desenvolver o turismo de base comunitária do jeito que eles querem que seja”, explicou o Coordenador-Geral do Projeto Experiências do Brasil Original, Osiris Marques.
Outras importantes entregas foram os Catálogos de Experiências, com detalhes e informações de como o turista pode adquirir e vivências essas experiências; os vídeos, com detalhes e um passo a passo do será visto e vivenciado em cada uma dessas Comunidades, além dos vídeos do “Cozinha Show”, onde o chef Zeca Amaral vivencia a culinária de cada comunidade junto às cozinheiras locais e a publicação do livro de receitas.

Confira AQUI a live com as comunidades e os vídeos produzidos.
 
CONHEÇA AS EXPERIÊNCIAS - Na Comunidade Indígena Borari, em Alter do Chão, no Pará, os visitantes são convidados a fazerem um “Mergulho Ancestral com as Suraras do Tapajós”, em uma imersão na cultura Tapajônica e tendo como anfitriãs as mulheres indígenas Borari, que apresentam a história de luta e resistência desse povo, compartilhando saberes étnicos e ancestrais, por meio da contação de histórias, música e dança indígena. Além, da experiência do pirarimbo, o fantástico passeio Caboco, a dormida na floresta e o passeio na trilha da reserva Botânica Kuxiimawara Rêdá.
 Em Roraima, na Comunidade Indígena Raposa 1 Serra do Sol, quem chega por lá pode conhecer a paisagem da comunidade e se conectar com a natureza em um banho de cachoeira na “Trilha Cultural da Cachoeira da Raposa”. Outra atividade é a “Imersão cultural no sagrado território Raposa Serra Sol”, onde os turistas têm a oportunidade de praticar a tradicional atividade Macuxi do Arco e Flexa, assistir a dança Parixara, participar da arte de fazer panelas de barro com as Indígenas anciãs, escutar suas histórias e resgate da memória ou ainda fazer a “Caminhada à Serra do Arco-Íris” para ver o pôr sol.
 Partindo para o Quilombo África/Laranjituba, em Moju/PA, uma opção imperdível é a “Cultura do açaí: da extração à degustação”, uma experiência única para conhecer as delícias da fruta. Outra opção é a “Visita à casa de farinha Laranjituba e África: sabor e tradição”, onde é possível conhecer o espaço e ver de perto o processo de produção das farinhas à base de mandioca.
Na comunidade Quilombola do Povoado do Moinho, em Alto Paraíso/GO, os visitantes são inseridos nas fascinantes histórias da “Confecção das bonecas quilombolas” assistindo cada etapa do processo de confecção, desde a elaboração do corpo até a criação de roupas, cabelos e rostos. Além disso, é possível degustar um delicioso café da manhã ouvindo histórias da Dona Irany sobre sua família e o Quilombo Moinho, com o “Café da manhã com prosa na varanda”.
 
COZINHA SHOW - A diversidade gastronômica é uma das principais características da identidade cultural brasileira. Ela traduz a história, as tradições, os diferentes costumes e saberes de uma comunidade ou território.
 Por isso, uma das etapas do Projeto Experiências do Brasil Original é o Cozinha Show, quando os próprios indígenas e quilombolas são protagonistas das suas cozinhas ancestrais. Com a participação do chef Zeca Amaral, são evidenciados os sabores, aromas, alimentos e tradições presentes na culinária dessas comunidades e a sociobiodiversidade brasileira.
 
Clique AQUI deliciar os preparos feitos pelas comunidades participantes junto com o chef Zeca Amaral.

Por Cláudia Bispo com informações do ICMBio





Adaptação: Carlos Regius

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Congresso Nacional avalia criar fundo para promover o ecoturismo

 O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Crédito: MTur Destinos

O ecoturismo ganha cada vez mais destaque no Brasil. Em direção a essa atividade turística, a Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou projeto que institui um fundo para promover o ecoturismo brasileiro. Vale lembrar que o país foi apontado pela revista Forbes como o melhor lugar para tal prática no mundo.

 

Os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ecoturismo (Fundeco) serão utilizados para financiar planos, projetos, ações e empreendimentos reconhecidos como de interesse ecoturístico. A verba poderá ainda ser usada na capacitação de mão de obra e em cooperação técnica.

 

Conforme o Projeto de Lei 3045/21, o Fundeco será formado a partir de diversas fontes, como operações de crédito internas e externas, e contribuições, doações, subvenções e auxílios de entidades nacionais e estrangeiras. O fundo também poderá receber recursos do orçamento federal e do superávit financeiro da União apurado em cada exercício.

 

Atualmente o projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

 

COP 30 - O Brasil se prepara para sediar a COP-30, importante evento internacional sobre o clima que será realizado em 2025, em Belém (PA). A Cúpula do Clima, vai atrair representantes de todo o mundo à capital paraense e ao Brasil para discutir as principais ações frente as mudanças climáticas e, também, como o turismo impacta nessa cadeia, promovendo ações de mitigação positiva.

 

REDE TRILHAS - Uma das experiências turísticas que vem ganhando destaque nas preferências dos turistas brasileiros são as belas trilhas de longo curso que ligam diferentes biomas de Norte a Sul do país.

 

A RedeTrilhas, iniciativa voltado ao ecoturismo, foi criada por voluntários da sociedade civil em parceria com o Ministério do Turismo, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), se preocupa em desenvolver trilhas de longo curso em todo o país e com a sinalização dos percursos.






Adaptação: Carlos Regius

 

quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Envolvimento de comunidades indígenas é essencial no desenvolvimento do ecoturismo sustentável no Brasil

 O aumento da população indígena autodeclarada, divulgado pelo IBGE, mostra a importância dessa comunidade para a valorização e proteção de culturas e tradições na atividade turística.

Crédito; Getty Images

Nesta quarta-feira (09.08) é comemorado o Dia Internacional dos Povos Indígenas e a data é celebrada com um dado importante: 1.693.535 pessoas se declaram indígenas no Brasil. O Censo Demográfico 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), retrata um aumento dessa população, que já representa 0,83% dos residentes no país, e que é essencial para o desenvolvimento do ecoturismo sustentável no país.
 

“O turismo é uma ferramenta direta para a valorização dos saberes do nosso povo e os indígenas são parceiros essenciais na construção desse turismo cada vez mais sustentável e responsável. Outra tendência turística cada vez mais forte é o etnoturismo, que oferece ao visitante a imersão importante na cultura nacional”, explica o ministro do Turismo, Celso Sabino.
 

Nessa direção, o MTur desenvolve atualmente o Projeto Experiências do Brasil Original, que tem como objetivo fortalecer e fomentar o turismo de base comunitária em territórios indígenas e quilombolas, de forma responsável e sustentável.
 

Clique AQUI (novo link) para saber mais.
 

Nos meses de julho e agosto de 2023, a equipe técnica do projeto (composta por membros do MTur e da Universidade Federal Fluminense - UFF) realizaram quatro visitas técnicas, sendo duas no Pará, na Terra Quilombola Laranjitura e África, localizada em Moju, e na Comunidade Indígena Borari em Alter do Chão; uma em Normandia (RR) na Comunidade Indígena Raposa I; e na Comunidade Quilombola Povoado Moinho, em Alto Paraíso (GO).
 

Os diagnósticos nortearão as próximas ações do Experiências do Brasil Original, que consistirá na capacitação de integrantes dos povos Indígenas e comunidades quilombolas para criação e aprimoramento de experiências turísticas que irão integrar a oferta turística das localidades.
 

Todas as rotas e territórios escolhidos para integrar o projeto foram selecionados em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Ministério da Igualdade Racial (MIR), Ministério dos Povos Indígenas (MPI), a FUNAI e a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ).
 

CENSO – Ainda sobre os dados da pesquisa realizada em 2022, a Região Norte se destaca com a concentração de 44,48% da população indígena do país, com 753.357. Já a Região Nordeste reúne 31,22% da população indígena, com 528.800. As duas regiões somam 75,71% da população indígena do Brasil.
 

Com relação aos territórios, a Terra Indígena Yanomami (AM/RR) tem o maior número de pessoas indígenas (27.152), o equivalente a 4,36% do total em terras indígenas no país. O segundo maior número está na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR), que integra o projeto Experiências do Brasil Original, com 26.176, seguida pela Terra Indígena Évare I (AM), com 20.177.
 

CLIQUE AQUI e confira as informações sobre o Censo Demográfico 2022.






Adaptação Carlos Regius



domingo, 6 de agosto de 2023

Ministro Celso Sabino aponta contribuição do turismo a comunidades tradicionais amazônicas

 Titular da Pasta participou neste domingo (06/08), em Belém (PA), de painel com a presença da Embratur que abordou o empoderamento de povos da floresta por meio do turismo sustentável.

Painel nos Diálogos Amazônicos abordou a contribuição do turismo a comunidades tracionais da região. Crédito: Roberto Castro/MTur

Os Diálogos Amazônicos, evento promovido pelo governo federal em Belém (PA) para definir estratégias sustentáveis à Amazônia, foram palco neste domingo (06/08) de um painel sobre a contribuição do turismo na área. O debate, que contou com as presenças do ministro do Turismo, Celso Sabino, e do presidente da Embratur, Marcelo Freixo, abordou o papel do segmento como ferramenta eficaz de sustentabilidade e de empoderamento das comunidades tradicionais amazônicas.

O titular do Ministério do Turismo citou ações do Governo Federal que ajudam a desenvolver um turismo efetivamente sustentável, com forte poder de inclusão social e aliado à defesa dos recursos naturais da região, levando desenvolvimento econômico a comunidades rurais, quilombolas e a povos originários. Dentre elas, os projetos Experiências do Brasil Rural e Experiências do Brasil Original, organizados em parceria junto aos ministérios da Agricultura e Pecuária, dos Povos Indígenas, da Igualdade Racial e a Universidade Federal Fluminense (UFF) e que trabalham a qualificação do turismo rural.

 

Celso Sabino garantiu empenho pelo fortalecimento do ecoturismo sustentável. “Não existe, ainda hoje, uma outra forma de preservação do meio ambiente, com exploração econômica, mais saudável, que preserve mais a natureza, do que com o turismo, o ecoturismo sustentável. Então, estamos incluindo esse termo e essa política no Plano Nacional de Desenvolvimento do Turismo, que está sendo elaborado pelo Ministério do Turismo. O ecoturismo sustentável será uma das bases sólidas, junto com o turismo de base comunitária e com outras práticas relacionadas ao turismo, que vão constar do plano”, adiantou Sabino.

 

O ministro Celso Sabino também ressaltou o caráter transversal do trabalho. “Por determinação do presidente da República, há um trabalho sistêmico e transversal, através do diálogo com o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério das Cidades, o Ministério dos Povos Originários, o Ministério das Mulheres, o Ministério da Integração Regional, a Secretaria de Patrimônio da União e o Incra. Isso vai proporcionar que o turismo possa servir como fonte de geração de renda para as populações da Amazônia. E para provar, para todo o mundo, que podemos preservar o meio ambiente e contribuir para que as mudanças climáticas, que têm se acentuado no planeta, possam receber um freio”, apontou Sabino, destacando, ainda, esforços do MTur no sentido de avançar na qualificação profissional na área em parceria com a Embratur e o Sistema S.

 

Já o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, frisou a importância de Belém e do estado do Pará no cenário de desenvolvimento sustentável. “Há um debate na sociedade sobre o papel de uma capital, como o Distrito Federal, no sentido da interiorização do Brasil. Eu tendo a crer que a gente tenha a construção de uma nova capital, que é Belém, que é o Pará. Simbolicamente, a gente tem uma nova capital sendo construída, que é a capital climática, a capital de um novo modelo de desenvolvimento”, observou.

 

O painel também contou com a participação de Hortência Osaqui, responsável pela Rota Amazônia Atlântica, do Pará, que integrou a 1ª edição do projeto Experiências do Brasil Rural. Osaqui enalteceu a contribuição do projeto ao desenvolvimento local. “Foram oito meses de capacitação, e depois, passamos por validação. E isso nos empoderou, isso nos deu um gás para continuar em uma caminhada só”, celebrou Hortência, que entregou ao ministro Celso Sabino alguns exemplares de produtos fabricados na região.

 

O debate reuniu, ainda, oradores a exemplo de Juliana Oliveira, chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério do Turismo, que abordou o papel do turismo como ferramenta de conservação da Amazônia, de valorização da cultura e de empoderamento feminino rural. O painel também envolveu o desenvolvimento do turismo de base comunitária e o turismo científico em áreas de manguezais amazônicos, entre outros temas.

 

CÚPULA - Os Diálogos Amazônicos, que reúnem representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de governos, constituem uma preparação para a Cúpula da Amazônia.

 

Durante a Cúpula, que começa na terça-feira (08/08), também em Belém, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e líderes de países amazônicos vão conhecer as propostas debatidas nos Diálogos Amazônicos, a fim de se definir ações integradas.






Adaptação Carlos Regius


quinta-feira, 16 de março de 2023

Embratur alinha parceria com BNDES para fomentar turismo internacional do Brasil.

 Em reunião entre o presidente da Agência, Marcelo Freixo, e o presidente do Banco, Aloizio Mercadante, foi debatido a ampliação de produtos e serviços turísticos globais em linhas de crédito.

A Embratur manifestou o interesse de colaborar da concepção e construção do Museu do Cais do Valongo [Foto: Marcio Menasce/ Embratur]

16/03/2023 -- O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, se reuniu nesta quinta-feira (16) com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante. Durante o encontro, foram tratadas as possibilidades de parceria e a participação da agência em editais e programas do banco. Também foi discutida a ampliação de linhas de crédito do BNDES destinados a micro, pequenas, médias e grandes empresas turísticas com foco em projetos de inovação, sustentabilidade e ecoturismo.

“Precisamos olhar o turismo como um produto de exportação do Brasil. Ele é estratégico para inclusão produtiva e geração de emprego e renda. Além disso, fortalece identidades culturais, promove a conservação da sociobiodiversidade e fomenta a regeneração de ecossistemas. E todos esses temas são consonantes com a política que o BNDES quer desempenhar”, afirmou o presidente da Embratur, Marcelo Freixo.

O presidente do BNDES participou da reunião ao lado da diretora socioambiental Tereza Campello, de gestores e de técnicos de diversas áreas do banco. Ele acolheu os pleitos da Embratur e afirmou que irá aguardar a apresentação das propostas. “Projetos bons terão financiamento aqui no BNDES”, declarou Mercadante.

Soluções inovadoras

Para o diretor de Gestão e Inovação da Embratur, Roberto Gevaerd, o BNDES Garagem, programa de investimento em startups do banco de fomento, é um dos caminhos em que empresas inovadoras no turismo, as chamadas Turistechs, podem acessar consultorias técnicas e impulso financeiro para o desenvolvimento de soluções inovadoras que aprimorem a qualidade da experiência do turista estrangeiro no Brasil.

“Teremos no Rio de Janeiro a realização do Web Summit, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo. Junto com o BNDES, queremos otimizar a oportunidade para buscar soluções, por exemplo, para aprimorar a qualidade dos dados relativos ao turismo de estrangeiros no Brasil e, assim, termos mais subsídios para decisões de investimentos em promoção internacional”, afirmou o diretor.

Jaqueline Gil, diretora de Marketing, Negócios e Sustentabilidade, destacou a importância do estímulo ao desenvolvimento de inovação com foco na sustentabilidade. “Para fomentarmos mais exportações de serviços, por meio do turismo, precisamos consolidar critérios de sustentabilidade e promover ações climáticas no turismo internacional do Brasil, em alinhamento às necessidades da nossa década e, também, das demandas dos turistas que queremos atrair”, disse.

Na reunião, a Embratur também manifestou o interesse de colaborar da concepção e construção do Museu do Cais do Valongo, projeto que tem o BNDES como um dos proponentes.

Assessoria de Imprensa - Embratur
Adaptação: Carlos Regius

sábado, 28 de janeiro de 2023

Parques naturais tornam o Brasil um dos principais países para o ecoturismo no mundo.

 Veja dicas de unidades de conservação para a prática de atividades como o mountain bike e a realização de trilhas.

Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Crédito: Arquivo MTur
 

Um dos países com maior potencial turístico em recursos naturais do mundo, o Brasil apresenta centenas de parques naturais para turista nenhum botar defeito. Só as unidades federais somam mais de 300, sendo 74 abertas à visitação. São florestas, parques, reservas, entre outras, que ofertam aos visitantes, de Norte a Sul, trilhas, cachoeiras, cânions, dunas, rios, montanhas e praias. Diante da diversidade fica difícil escolher um destino só, não é? Para isso, a Agência de Notícias do Turismo separou algumas opções para aproveitar esse patrimônio ecológico.
 

O nosso roteiro não poderia começar melhor: pelo Parque Estadual do Jalapão, em Tocantins. A Unidade de Conservação oferta aos turistas chapadas que parecem savanas africanas; além de inúmeras quedas d’água, como a Cachoeira da Velha, que mostram como a natureza desabrocha por ali. Imagine 100 metros de extensão em formato de ferradura e uma queda d'água abundante, depois de uma trilha cansativa. E como não falar do Fervedouro. Um dos principais símbolos do parque, o local permite ao visitante um mergulho sem a possibilidade de afundar. É isso mesmo, lá ocorre um fenômeno chamado ressurgência, que empurra a água para cima e oferta ao visitante aquela foto capa de revista.
 

O estado vizinho, no Maranhão, traz outro cartão-postal que é a cara do Brasil: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. O local é um atrativo único e imperdível para quem busca turismo de aventura e contemplação da natureza. As famosas dunas de areia fazem parte dos seus 155 mil hectares. O parque abriga diversos ecossistemas como a restinga, o manguezal e o famoso campo de dunas, que ocupa 2/3 da área total da unidade. As lagoas interdunares que se formam no período chuvoso da região atraem turistas para um banho de água doce em meio à paisagem deslumbrante. O parque está inserido em três municípios maranhenses: Barreirinhas, Santo Amaro e Primeira Cruz.
 

Um parque que não pode faltar é o da Tijuca, no Rio de Janeiro. É nele que estão situados o Cristo Redentor e o Corcovado, símbolos da capital fluminense. O local possui a quarta maior área verde urbana do Brasil. Além dos ícones, os turistas podem percorrer as dezenas de trilhas com diferentes níveis de dificuldade e duração. O espaço conta ainda com mirantes, como a Vista Chinesa, que oferta um visual incrível da zona sul carioca; o Lago das Fadas, cercado por bromélias e árvores suntuosas, além do canto dos pássaros e a Agulhinha da Gávea, que impressiona os turistas pelo formato pontiagudo e é uma excelente região para a prática da escalada.
 

No Sul do país, duas unidades de conservação despontam na região. Os parques nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral são muito procurados por turistas e moradores da região por suas incríveis paisagens. Os espaços conservam campos e penhascos de mata atlântica que abrigam diversas espécies de animais e aves, como papagaios-de-peito-roxo e jaguatiricas. Um dos principais atrativos do complexo é o Itaimbezinho, um dos maiores cânions das américas que chega a alcançar até mil metros de profundidade. Passeio para todas as idades, o roteiro promete ao turista muita contemplação da natureza, passeios a cavalo, caminhadas por áreas remotas e banhos em cachoeiras que brotam do relevo acidentado.
 

No coração do Brasil, o Parque Nacional de Brasília tem como principal atração as piscinas formadas por minas d’águas, que surgiram na época da construção da capital federal. Para quem gosta da prática de esporte em contato com a natureza, o parque dispõe de duas trilhas de pequena a média dificuldade: a da Capivara -- trilha para caminhada, indicada para crianças e a da Cristal Água -- para prática de caminhada e de mountain bike. Os turistas também poderão encontrar diversos tipos de vegetação, tais como: a mata de galeria pantanosa, mata de galeria não pantanosa, vereda, cerrado sensu stricto, cerradão, mata seca, campo sujo, campo limpo, campo rupestre, campo úmido e campo de murundus.
 

REDETRILHAS -- Alguns desses parques nacionais são cortados por trilhas pertencentes ao RedeTrilhas, iniciativa do governo federal que traz a união de percursos reconhecidos por sua relevância tanto para o turismo nacional quanto para a preservação ambiental das matas brasileiras.
 

As trilhas de longo curso podem ser percorridas por meio de locomoção não-motorizados, como trilhas de caminhadas, ciclismo e cavalgada. Já no uso aquático se dá por meio da canoagem. Propondo maior desenvolvimento para as trilhas, o ministério lançou a Cartilha que apresenta os critérios para avaliação de propostas de adesão à Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade.


AssCom MTur

Adaptação Carlos Regius




quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Bonito, a capital do ecoturismo no Brasil, bateu recorde de visitações em 2022.

 A cidade turística recebeu mais de 280 mil turistas de todo o mundo; Oferta hoteleira tem se diferenciado para atender à demanda.

Imagem: Selina Bonito

Brasil, 26 de janeiro de 2023 - Traçada com rota turística de diversos adoradores da natureza, Bonito, a capital do ecoturismo no Brasil, bateu recorde de visitações em 2022. Segundo levantamento do Observatório do Turismo e Eventos de Bonito (OTEB), coordenado pelo Boletim do Bonito Convention e Visitors Bureau (BCVB), a cidade recebeu 280.391 mil visitantes, 31.75% acima do último recorde, em 2016.


“O recorde de visitantes já era previsto, pelo grande procura pelo destino, mas não esperava esse aumento de mais de 30% em relação a 2016”, avalia Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur).

 

A reabertura do aeroporto regional, reformado e reequipado pelo Governo local, fez com que companhias aéreas voltassem a operar no destino com dois voos semanais conectados diretamente com Congonhas (SP), elevando o número de desembarques de 11.398, no ano de 2021, para 25.602, em 2022.

 

Para atender à demanda crescente, hotéis se reinventam para atrair e reter turistas de todo o mundo. Um exemplo é o Selina Bonito, que completou um ano na cidade, oferecendo um moderno e completo ecossistema de hospedagem na região.

 

Com um total de 89 acomodações em suas mais diversas estruturas, atualmente a capacidade de hospedagem é de 262 pessoas simultaneamente. Divididos em quartos compartilhados de 4, 6 ou até 8 pessoas, as unidades possuem também o quarto standard com suíte para 2 pessoas, e o quarto família com a versatilidade de acomodar confortavelmente uma família ou grupo de 4 pessoas. As acomodações ainda podem ser encontradas em versões privativas -- o que torna o Selina uma ótima opção tanto para turistas que viajam a sós, quanto para famílias que buscam um local aconchegante em meio à majestade da cidade.

 

"O Selina Bonito está na cidade há pouco mais de um ano, desde dezembro de 2021. No última temporada de final de ano, mesmo sendo uma época festiva, notamos que 80% do público veio por conta do turismo ecológico, o que é ótimo, uma vez que a cidade oferece tantas opções de entretenimento como flutuações, mergulhos, atividades mais radicais como bóia cross, entre outras", comenta Luis Fernando Vieira, gerente da unidade.
 

Em meio à imensidão do verde, o Selina Bonito cria contraste ao trazer seu Azul Escondido -- temática escolhida para decorar a unidade -- em sua fachada. Cercada pela Mata Atlântica, a cidade de Bonito, em Mato Grosso do Sul, chama a atenção pela exuberância de suas paisagens, fauna e flora preservadas.

 

Além da hospedagem em um ambiente especial, a estadia em Bonito rende momentos valiosos para os amantes da natureza a cada etapa da viagem. O Selina, por exemplo, disponibiliza passeios próximos à cidade, a partir de R$ 230. Para aqueles que precisam, por um breve momento, "fugir do paraíso” e se conectar a reuniões e trabalho, o espaço ainda dispõe de sala de coworking em locação e rede de wifi gratuita liberada 24 horas por dia.

 

Para mais informações sobre o Selina Bonito acesse:
 

SOBRE O SELINA:

Uma das maiores plataformas de experiência do mundo, Selina foi construído para atender as necessidades dos viajantes, unindo os cinco pilares do grupo: arte, música, bem-estar, aprendizados e impacto socioambiental. Feita sob medida para o viajante nômade de hoje, a rede oferece ao público uma experiência global com infraestrutura para viajar e trabalhar sem problemas, combinando acomodações lindamente projetadas com coworking em todas as suas unidades. Fundada em 2014, cada propriedade do Selina é projetada em parceria com artistas, criadores e formadores de opinião locais, dando vida a edifícios existentes em pontos interessantes ao redor do mundo ou através da construção de novos. De cidades urbanas a praias remotas e selvas, o portfólio inclui mais de 160 propriedades abertas em 25 países de 6 continentes.


Agência Lema

Leandro Matulja / Letícia Zioni / Guilherme Maia

Adaptação: Carlos Regius

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Rota Romântica, RS, busca conhecimento sobre cicloturismo no Vale Europeu, no Estado de Santa Catarina

Uma oportunidade ímpar para conhecer uma região de ecoturismo fortemente desenvolvido. Assim se resume a viagem técnica da Rota Romântica que aconteceu entre os dias 24 e 27 de janeiro ao Vale Europeu em Santa Catarina.

A comitiva formada por prefeitos, secretários de turismo e representantes do TRADE turístico conheceu a administração e implantação do Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí – CIMVI e como funciona a comercialização do circuito de cicloturismo formado por 12 municípios. A gestora Arlete Regilene Scoz apresentou a estrutura do consórcio e explanou como chegaram a este formato para o primeiro circuito de cicloturismo do Brasil.

Comitiva em frente à Ponte de Arco sobre o Rio Benedito em Timbó, SC

Com recepções oficiais em Timbó, Pomerode e Rodeio, os integrantes do grupo fizeram diversos questionamentos acerca da administração pública do circuito e referente a organização do turismo de aventura/cicloturismo. A exemplo da Rota Romântica, o Prefeito de Timbó, Jorge Augusto Kruger, enfatizou que a região também trabalha o turismo de forma coletiva, porém em formato de consórcio. O guia e turismólogo Alexandre dos Santos Gomes apresentou ao grupo o trajeto que circuito de cicloturismo que inicia na cidade de Timbó.

Comitiva na Prefeitura de Timbo

Em Pomerode, cidade que ostenta o título de cidade mais alemã do Brasil, a comitiva foi recepcionada pelo Prefeito Érico Kriek, Vice-Prefeita Gladys Siervert e a Diretora de Turismo, Sandra Cristina Nienow. Na cidade, puderam conhecer o Museu Pomerano e a Rota Enxaimel que integra o circuito de cicloturismo e oportuniza aos turistas um pouco de história e cultura da região. O roteiro Caminho dos Anjos, localizado no município de Rodeio, também foi percorrido pelo grupo acompanhado do Diretor de Turismo da cidade, Airton Souza.

Comitiva no inicio do Cicloturismo em Timbo

“Voltamos com diversas ideias de como podemos gerenciar e iniciar a implantação do roteiro de caminhadas e cicloturismo da Rota Romântica. É um projeto desafiador, mas com a união de todos os municípios alcançaremos a criação deste produto turístico integrado”, destaca o Presidente da Associação Rota Romântica, Cláudio José Weber.

Recepção na Prefeitura de Pomerode



Fotos de Adriana Bäcker
Fonte: Brasil/Alemanha






quinta-feira, 18 de junho de 2015

Encontro pede o fortalecimento de Unidades de Conservação no turismo

Fórum de Turismo no Amapá discute melhorias para o setor no estado. Projeto do Centro de Convenções do Amapá também foi apresentado.

Fabiana FigueiredoDo G1 AP
Moradores de áreas rurais ajudarão especialistas no monitoramento de fauna e flora (Foto: Divulgação/ICMBio)Parque Montanhas do Tumucumaque é uma das 7
unidades discutidas na reunião
(Foto: Divulgação/ICMBio)
As 7 Unidades Federais de Conservação (UCs) do Amapá foram tema de uma reunião entre representantes de instituições públicas e privadas do turismo amapaense, nesta quinta-feira (18), no Centro de Macapá. Além de discutir melhorias para as UCs, o encontro apresentou o projeto do Centro de Convenções do estado.
“As visitações e o ecoturismo são objetivos das unidades de conservação e no Amapá não é diferente. Estamos recebendo visitas, apesar de ser em caráter experimental, dessa forma conseguimos provocar a sensibilidade das pessoas para preservação ambiental”, falou o chefe do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Christoph Jaster.
O parque é um dos maiores do país, com mais de 3,8 milhões de hectares. Ele ainda está em fase de experimentação desde 2012. Jaster calcula que desde a abertura do local, cerca de 300 pessoas visitaram a área. A UC está em busca de parcerias com agências de turismo locais e outros empresários para aumentar a quantidade de visitas e oferecer serviços de qualidade.
Christoph Jaster, chefe do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)Christoph Jaster, chefe do Parque Nacional
Montanhas do Tumucumaque
(Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
“O fórum é uma oportunidade que encontramos para fortalecer a cadeia produtiva do estado com relação ao turismo, para que ela se desenvolva de maneira correta”, disse a titular da Secretaria de Estado do Turismo, Syntia Lamarão.
O encontro é permanente e realizado a cada 3 meses. A primeira reunião, que aconteceu em março, teve como tema pontos turísticos.
“Após a primeira reunião, iniciamos o projeto para a reforma do Trapiche Eliezer Levy, que foi solicitação das instituições. Além disso, também organizamos o monitoramento dos pontos turísticos por guias de turismo e até de intérpretes”, falou Syntia.
Além do Tumucumaque, o estado tem as seguintes UCs: Floresta Nacional (Flona) do Amapá, Parque Nacional do Cabo Orange, Reserva Extrativista do Rio Cajari, Estação Ecológica Maracá-Jipióca, Estação Ecológica do Jari e Reserva Biológica do Lago Piratuba.
Unidades de conservação e ecoturismo foram temas da reunião (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)Unidades de conservação e ecoturismo foram
temas da reunião (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Centro de Convenções
Durante a 2ª reunião, a Secretaria de Estado da Infra-Estrutura (Seinf) apresentou o projeto de construção do Centro de Convenções do estado, em Macapá.
“Apresentamos o projeto finalizado que dispõe de um auditório para 1,6 mil pessoas. Além disso também planejamos 4 salas reversíveis que ganham capacidade de 250 até 1 mil pessoas, salão multiuso e um salão de feira para 5 mil pessoas. Estimamos que o orçamento chegue a R$ 5 milhões, mas isto ainda está sendo estudado”, falou o arquiteto da Seinf responsável pelo projeto Adailson Bartolomeu.
Segundo ele, o projeto foi planejado em 2014 e ainda está recebendo adaptações. A intenção é que o prédio seja construído no estacionamento da Expofeita, na Rodovia JK, próximo ao distrito de Fazendinha.
“Percebemos que há necessidade de Macapá ter um Centro de Convenções, comparado a outras cidades da região norte. Com um espaço como esse, com certeza o turismo também será valorizado”, afirmou Bartolomeu.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Ecoturismo de tubarões pode dobrar em 20 anos

Que o ecoturismo ganhou força e vem obtendo cada vez mais adeptos eu não duvido. Mas você encararia o turismo relacionando à observação e alimentação de tubarões? 


Pois saiba que a atividade é um negócio em crescimento em todo o mundo, com operações estabelecidas em pelo menos 83 localidades em 29 países. Segundo projeções, esse tipo de turismo pode dobrar em 20 anos.
Apesar de lugares como África do Sul, Estados Unidos e Austrália terem tradicionalmente dominado o setor, o ecoturismo de tubarão está se tornando uma vantagem econômica para países em todo o Oceano Índico e regiões do Oceano Pacífico, segundo análise liderada por pesquisadores da Universidade de British Columbia e outros cientistas.
Eles constataram que esse modalidade de turismo é um importante impulsionador econômico para dezenas de países, gerando US$ 314 milhões anualmente, frutos da atração de 590.000 turistas, o que suporta mais de 10.000 postos de trabalho a cada ano.
E é por essa importância que a atividade pode levar ao interesse em estabelecer novos santuários de tubarões. Nos últimos anos, nove países — Palau, Ilhas Maldivas, Honduras, Tokelau, Bahamas, Ilhas Marshall, Ilhas Cook, Polinésia Francesa e Nova Caledônia, criaram santuários proibindo a pesca comercial do tubarão para proteger os animais em suas águas. E você o que acha? O visual é incrível, mas será que vale a aventura?
Fonte: Site Andarilho

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Ministério do Turismo incentiva visitas a parques

O ecoturismo ou turismo de aventura ainda é um segmento pouco explorado no País, embora o potencial seja grande: 62% da área territorial  do Brasil corresponda à vegetação nativa e o litoral tenha quase 7.500 km de extensão. Mesmo com opções concentradas em algumas regiões do país, cerca de 21% dos turistas estrangeiros escolhem o Brasil como destino pelas opções em ecoturismo, segundo pesquisa de Demanda Turística Internacional do Ministério do Turismo 2012. O ecoturismo só perde para o turismo de sol e praia (64%), quando o motivo da viagem é lazer.

Com o propósito de incentivar esse segmento, o MTur, junto ao Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes estão planejando ampliar a visitação a parques nacionais até a Copa de 2014. “Em 2016, queremos ter cadeias completas de negócios turísticos nos parques do Estado do Rio de Janeiro, com foco na Olimpíada, e em 2020 queremos todos os 69 parques do Brasil abertos à visitação”, afirma o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
De acordo com o secretário nacional de Políticas de Turismo, Vinícius Lummertz, o turismo de aventura é também uma forma de preservar os recursos naturais e regiões ameaçadas, pois valoriza o potencial natural do país. Entre as opções de aventura estão o arvorismo, a tirolesa, o mergulho, o surf, o windsurfe, o kitesurf, a canoagem, o paraquedismo, as caminhadas em trilhas e o bóia cross.
Kitesurf e Windsurf

Um dos locais bastante conhecidos pela prática do kitesurf e do Windsurf, é Jericoacoara, no Ceará e Florianópolis (SC). A prática é comum devido a velocidade dos ventos. No kitesurf, a pessoa utiliza uma prancha fixada aos pés e uma pipa inflável (semelhante a um parapente), o que possibilita deslizar sobre a superfície da água e, ao mesmo tempo, alçar voos. O vento é o motor e o cenário de esporte pode ser o mar, um rio, um lago ou uma represa. Em Brasília, também é possível praticar windsurfe.
 
Paraquedismo

Boituva, uma cidade localizada a (há) 116km de São Paulo é conhecida por essa prática. A cidade é sede de uma escola que ministra aulas para a prática do salto. O curso é composto por 10 horas de aula teórica, um salto duplo de instrução e oito saltos livres.
 
Trilhas

É possível fazer trilhas em Parques Nacionais como a Chapada dos Veadeiros (GO), Lençóis Maranhenses (MA), Chapada Diamantina (BA) e Aparados da Serra (RS), sempre com guias.
 
Mergulho

Os destinos mais procurados são Fernando de Noronha (PE), Paraty (RJ), Ilhabela (RJ), Bombinhas (SC) e Recife (PE). No interior, é possível também mergulhar em Bonito (MS).
 
Bóia Cross e Rafting

O esporte é praticado em bóias ou botes infláveis em rios e corredeiras.  Em Brotas, há 250 km da capital São Paulo, é bastante comum encontrar essas modalidades.
 
Escalada, Rapel e Tirolesa

A escalada geralmente é feita em rochas e o rapel em cachoeiras. A tirolesa é o deslizamento em uma linha aérea que liga dois pontos afastados na horizontal ou em desnível. Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul oferece um cenário privilegiado para a prática do turismo de aventura. Devido à sua formação geológica, rica em vales, canions, rios, cachoeiras, cavernas e túneis a localidade é ideal para a prática desses esportes de aventura.

Fonte: Turismo em Foco

segunda-feira, 10 de junho de 2013

ABATE DE TARTARUGAS: Denúncia sobre extinção de espécie no Ceará, repercute no Brasil.

Entidades ambientais de todo o País lamentam as ações criminosas que estão ocorrendo no litoral cearense. Somente uma, em cada mil tartarugas que nascem, chega à idade adulta. A espécie corre o risco de extinção, o Ceará lidera o extermínio no País. 


Foto: Projeto Tamar

Fortaleza Muitos leitores foram pegos de surpresa com a reportagem especial de ontem do Diário do Nordeste. A denúncia sobre o abate de tartarugas marinhas, espécie com risco de extinção, gerou indignação e cobranças aos órgãos fiscalizadores. A forte presença de tartarugas no mar do Ceará era de desconhecimento de muitos, bem como o comércio clandestino da carne para a culinária exótica. O assunto repercutiu nacionalmente, por meio de entidades ambientalistas. Nas redes sociais na Internet, os comentários foram de cobrança ao segmento da sociedade que come a carne exótica de tartaruga.

"Além de esclarecedor, o Diário do Nordeste pode sensibilizar a opinião pública que está, via de regra, longe das ações do Tamar, mas muito próxima da ilegalidade praticada com as tartarugas e o meio ambiente", afirmou César Coelho, coordenador nacional do Projeto Tartaruga marinha, do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMbio).

Tartaruga-verde
O abate afeta principalmente a espécie Chelônia mydas, mais conhecida por tartaruga-verde, ou aruanã, como chamam as comunidades dos povos do mar. Todos os anos, mais de 300 desses animais, entre jovens e adultos, são mortos no litoral entre os municípios de Itarema e Acaraú, no litoral leste do Estado.

O problema é acompanhado de perto há duas décadas pelo Projeto Tartaruga Marinha (Tamar), do ICMbio. O repórter Melquíades Júnior viajou para os dois municípios onde o problema é maior.

"Um dos desafios na apuração é o silêncio com que o comércio é tratado nas duas cidades. Publicamente, é unânime a informação de que o comércio é proibido. Mas aos poucos os pescadores, dentre outros moradores, admitem a comercialização da carne e até mesmo onde é possível fazer a compra", afirma Melquíades Júnior.

Devido a existência de uma sede do Projeto Tamar, em Acaraú, o trabalho de educação ambiental tem gerado bons resultados. Mas em todos os lugares do país onde o problema existe, está no Ceará a situação mais crítica, conforme o coordenador nacional do Projeto Tamar, César Coelho. "Isso se arraigou mais na cultura do cearense do que em outros Estados", afirmou. Para Eduardo Lima, coordenador do Tamar no Ceará, a conscientização terá melhores resultados nas novas gerações.

Reportagem foi publicada no último domingo, em três páginas no caderno Regional, do Diário do Nordeste fac-símile

Desconfiança

Por isso, a equipe de reportagem portou-se como turistas. Qualquer desconfiança, os praticantes da venda clandestina recuam na atividade. As informações partiram do Tamar, que acompanha de perto a situação e tem dificuldade no flagrante do abate ilegal. E quando a prática é verificada, não podem fiscalizar, pois a ação compete ao Ibama.

"Quando fazemos incursões para verificar a denúncia, não encontramos mais nada, já aconteceu. Livra-se o flagrante", admite e lamenta Rolfran Ribeiro, chefe de fiscalização do Ibama no Estado do Ceará. O fiscal enalteceu a divulgação do problema pelo Caderno Regional, na edição de ontem, pois "quem financia esse esquema é o consumo".

"Só existe abate porque existem pessoas que compram", afirmou o leitor Magno Costa. E nesse tom foram as dezenas de comentários na fanpage do Diário do Nordeste no Facebook, sobre o abate de tartarugas marinhas. "Isso é reflexo do descaso do poder público, um país que não investe em educação é formador de criminosos, estúpidos e ignorantes", comentou a técnica em informática Hérica Barroso.

A reportagem especial do Caderno Regional será discutida em escolas também do Litoral Leste do Estado, onde é frequente, o encalhe de tartarugas marinhas, peixe-boi e golfinhos. "Precisamos mostrar que é uma realidade próxima. O nosso Estado tem o fóssil mais antigo de tartaruga marinha. Muitos desses bichos vêm de vários países e continentes para descansar e se alimentar no nosso litoral. É uma riqueza do planeta que não estamos respeitando", afirma Joana Martins, professora de biologia.


Mais informações
Projeto Tartaruga Marinha

Praia de Almofala

Itarema - Ceará

Telefone: (88) 3267-2020

www.tamar.org.br



Curiosidades


Qual o significado da palavra TURISMO?

A palavra deriva de tour, do latim tornare e do grego tornus, cujo significado é giro ou círculo. Turismo seria, portanto, o ato de partir e posteriormente regressar ao ponto inicial, sendo que o realizador deste giro é denominado Turista.

Significado de Turista

Indivíduo ou grupo de indivíduos que se deslocam do seu lugar de origem (moradia) para realizar viagem superior a 24h, usufruindo da infra-estrutura do local visitado, sem fixar residência ou renda, motivados por situações diversas (lazer, descanso, eventos, atividades).

O Turismólogo

O Turismólogo é o profissional de nível superior que conhece, analisa e estuda o turismo em sua totalidade.


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