O projeto foi realizado pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF).
| Arquivo Brasil Original |
Por Cláudia Bispo com informações do ICMBio
Adaptação: Carlos Regius
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| Arquivo Brasil Original |
Por Cláudia Bispo com informações do ICMBio
Adaptação: Carlos Regius
O ecoturismo ganha cada vez mais destaque no Brasil. Em direção a essa atividade turística, a Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou projeto que institui um fundo para promover o ecoturismo brasileiro. Vale lembrar que o país foi apontado pela revista Forbes como o melhor lugar para tal prática no mundo.
Os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ecoturismo (Fundeco) serão utilizados para financiar planos, projetos, ações e empreendimentos reconhecidos como de interesse ecoturístico. A verba poderá ainda ser usada na capacitação de mão de obra e em cooperação técnica.
Conforme o Projeto de Lei 3045/21, o Fundeco será formado a partir de diversas fontes, como operações de crédito internas e externas, e contribuições, doações, subvenções e auxílios de entidades nacionais e estrangeiras. O fundo também poderá receber recursos do orçamento federal e do superávit financeiro da União apurado em cada exercício.
Atualmente o projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
COP 30 - O Brasil se prepara para sediar a COP-30, importante evento internacional sobre o clima que será realizado em 2025, em Belém (PA). A Cúpula do Clima, vai atrair representantes de todo o mundo à capital paraense e ao Brasil para discutir as principais ações frente as mudanças climáticas e, também, como o turismo impacta nessa cadeia, promovendo ações de mitigação positiva.
REDE TRILHAS - Uma das experiências turísticas que vem ganhando destaque nas preferências dos turistas brasileiros são as belas trilhas de longo curso que ligam diferentes biomas de Norte a Sul do país.
A RedeTrilhas, iniciativa voltado ao ecoturismo, foi criada por voluntários da sociedade civil em parceria com o Ministério do Turismo, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), se preocupa em desenvolver trilhas de longo curso em todo o país e com a sinalização dos percursos.
Nesta quarta-feira (09.08) é comemorado o Dia Internacional dos Povos Indígenas e a data é celebrada com um dado importante: 1.693.535 pessoas se declaram indígenas no Brasil. O Censo Demográfico 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), retrata um aumento dessa população, que já representa 0,83% dos residentes no país, e que é essencial para o desenvolvimento do ecoturismo sustentável no país.
“O turismo é uma ferramenta direta para a valorização dos saberes do nosso povo e os indígenas são parceiros essenciais na construção desse turismo cada vez mais sustentável e responsável. Outra tendência turística cada vez mais forte é o etnoturismo, que oferece ao visitante a imersão importante na cultura nacional”, explica o ministro do Turismo, Celso Sabino.
Nessa direção, o MTur desenvolve atualmente o Projeto Experiências do Brasil Original, que tem como objetivo fortalecer e fomentar o turismo de base comunitária em territórios indígenas e quilombolas, de forma responsável e sustentável.
Clique AQUI (novo link) para saber mais.
Nos meses de julho e agosto de 2023, a equipe técnica do projeto (composta por membros do MTur e da Universidade Federal Fluminense - UFF) realizaram quatro visitas técnicas, sendo duas no Pará, na Terra Quilombola Laranjitura e África, localizada em Moju, e na Comunidade Indígena Borari em Alter do Chão; uma em Normandia (RR) na Comunidade Indígena Raposa I; e na Comunidade Quilombola Povoado Moinho, em Alto Paraíso (GO).
Os diagnósticos nortearão as próximas ações do Experiências do Brasil Original, que consistirá na capacitação de integrantes dos povos Indígenas e comunidades quilombolas para criação e aprimoramento de experiências turísticas que irão integrar a oferta turística das localidades.
Todas as rotas e territórios escolhidos para integrar o projeto foram selecionados em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Ministério da Igualdade Racial (MIR), Ministério dos Povos Indígenas (MPI), a FUNAI e a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ).
CENSO – Ainda sobre os dados da pesquisa realizada em 2022, a Região Norte se destaca com a concentração de 44,48% da população indígena do país, com 753.357. Já a Região Nordeste reúne 31,22% da população indígena, com 528.800. As duas regiões somam 75,71% da população indígena do Brasil.
Com relação aos territórios, a Terra Indígena Yanomami (AM/RR) tem o maior número de pessoas indígenas (27.152), o equivalente a 4,36% do total em terras indígenas no país. O segundo maior número está na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR), que integra o projeto Experiências do Brasil Original, com 26.176, seguida pela Terra Indígena Évare I (AM), com 20.177.
CLIQUE AQUI e confira as informações sobre o Censo Demográfico 2022.
Adaptação Carlos Regius
Painel nos Diálogos Amazônicos abordou a contribuição do turismo a comunidades tracionais da região. Crédito: Roberto Castro/MTur
Os Diálogos Amazônicos, evento promovido pelo governo federal em Belém (PA) para definir estratégias sustentáveis à Amazônia, foram palco neste domingo (06/08) de um painel sobre a contribuição do turismo na área. O debate, que contou com as presenças do ministro do Turismo, Celso Sabino, e do presidente da Embratur, Marcelo Freixo, abordou o papel do segmento como ferramenta eficaz de sustentabilidade e de empoderamento das comunidades tradicionais amazônicas.
O titular do Ministério do Turismo citou ações do Governo Federal que ajudam a desenvolver um turismo efetivamente sustentável, com forte poder de inclusão social e aliado à defesa dos recursos naturais da região, levando desenvolvimento econômico a comunidades rurais, quilombolas e a povos originários. Dentre elas, os projetos Experiências do Brasil Rural e Experiências do Brasil Original, organizados em parceria junto aos ministérios da Agricultura e Pecuária, dos Povos Indígenas, da Igualdade Racial e a Universidade Federal Fluminense (UFF) e que trabalham a qualificação do turismo rural.
Celso Sabino garantiu empenho pelo fortalecimento do ecoturismo sustentável. “Não existe, ainda hoje, uma outra forma de preservação do meio ambiente, com exploração econômica, mais saudável, que preserve mais a natureza, do que com o turismo, o ecoturismo sustentável. Então, estamos incluindo esse termo e essa política no Plano Nacional de Desenvolvimento do Turismo, que está sendo elaborado pelo Ministério do Turismo. O ecoturismo sustentável será uma das bases sólidas, junto com o turismo de base comunitária e com outras práticas relacionadas ao turismo, que vão constar do plano”, adiantou Sabino.
O ministro Celso Sabino também ressaltou o caráter transversal do trabalho. “Por determinação do presidente da República, há um trabalho sistêmico e transversal, através do diálogo com o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério das Cidades, o Ministério dos Povos Originários, o Ministério das Mulheres, o Ministério da Integração Regional, a Secretaria de Patrimônio da União e o Incra. Isso vai proporcionar que o turismo possa servir como fonte de geração de renda para as populações da Amazônia. E para provar, para todo o mundo, que podemos preservar o meio ambiente e contribuir para que as mudanças climáticas, que têm se acentuado no planeta, possam receber um freio”, apontou Sabino, destacando, ainda, esforços do MTur no sentido de avançar na qualificação profissional na área em parceria com a Embratur e o Sistema S.
Já o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, frisou a importância de Belém e do estado do Pará no cenário de desenvolvimento sustentável. “Há um debate na sociedade sobre o papel de uma capital, como o Distrito Federal, no sentido da interiorização do Brasil. Eu tendo a crer que a gente tenha a construção de uma nova capital, que é Belém, que é o Pará. Simbolicamente, a gente tem uma nova capital sendo construída, que é a capital climática, a capital de um novo modelo de desenvolvimento”, observou.
O painel também contou com a participação de Hortência Osaqui, responsável pela Rota Amazônia Atlântica, do Pará, que integrou a 1ª edição do projeto Experiências do Brasil Rural. Osaqui enalteceu a contribuição do projeto ao desenvolvimento local. “Foram oito meses de capacitação, e depois, passamos por validação. E isso nos empoderou, isso nos deu um gás para continuar em uma caminhada só”, celebrou Hortência, que entregou ao ministro Celso Sabino alguns exemplares de produtos fabricados na região.
O debate reuniu, ainda, oradores a exemplo de Juliana Oliveira, chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério do Turismo, que abordou o papel do turismo como ferramenta de conservação da Amazônia, de valorização da cultura e de empoderamento feminino rural. O painel também envolveu o desenvolvimento do turismo de base comunitária e o turismo científico em áreas de manguezais amazônicos, entre outros temas.
CÚPULA - Os Diálogos Amazônicos, que reúnem representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de governos, constituem uma preparação para a Cúpula da Amazônia.
Durante a Cúpula, que começa na terça-feira (08/08), também em Belém, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e líderes de países amazônicos vão conhecer as propostas debatidas nos Diálogos Amazônicos, a fim de se definir ações integradas.
Adaptação Carlos Regius
| A Embratur manifestou o interesse de colaborar da concepção e construção do Museu do Cais do Valongo [Foto: Marcio Menasce/ Embratur] |
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| Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Crédito: Arquivo MTur |
Um dos países com maior potencial turístico em recursos naturais do mundo, o Brasil apresenta centenas de parques naturais para turista nenhum botar defeito. Só as unidades federais somam mais de 300, sendo 74 abertas à visitação. São florestas, parques, reservas, entre outras, que ofertam aos visitantes, de Norte a Sul, trilhas, cachoeiras, cânions, dunas, rios, montanhas e praias. Diante da diversidade fica difícil escolher um destino só, não é? Para isso, a Agência de Notícias do Turismo separou algumas opções para aproveitar esse patrimônio ecológico.
O nosso roteiro não poderia começar melhor: pelo Parque Estadual do Jalapão, em Tocantins. A Unidade de Conservação oferta aos turistas chapadas que parecem savanas africanas; além de inúmeras quedas d’água, como a Cachoeira da Velha, que mostram como a natureza desabrocha por ali. Imagine 100 metros de extensão em formato de ferradura e uma queda d'água abundante, depois de uma trilha cansativa. E como não falar do Fervedouro. Um dos principais símbolos do parque, o local permite ao visitante um mergulho sem a possibilidade de afundar. É isso mesmo, lá ocorre um fenômeno chamado ressurgência, que empurra a água para cima e oferta ao visitante aquela foto capa de revista.
O estado vizinho, no Maranhão, traz outro cartão-postal que é a cara do Brasil: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. O local é um atrativo único e imperdível para quem busca turismo de aventura e contemplação da natureza. As famosas dunas de areia fazem parte dos seus 155 mil hectares. O parque abriga diversos ecossistemas como a restinga, o manguezal e o famoso campo de dunas, que ocupa 2/3 da área total da unidade. As lagoas interdunares que se formam no período chuvoso da região atraem turistas para um banho de água doce em meio à paisagem deslumbrante. O parque está inserido em três municípios maranhenses: Barreirinhas, Santo Amaro e Primeira Cruz.
Um parque que não pode faltar é o da Tijuca, no Rio de Janeiro. É nele que estão situados o Cristo Redentor e o Corcovado, símbolos da capital fluminense. O local possui a quarta maior área verde urbana do Brasil. Além dos ícones, os turistas podem percorrer as dezenas de trilhas com diferentes níveis de dificuldade e duração. O espaço conta ainda com mirantes, como a Vista Chinesa, que oferta um visual incrível da zona sul carioca; o Lago das Fadas, cercado por bromélias e árvores suntuosas, além do canto dos pássaros e a Agulhinha da Gávea, que impressiona os turistas pelo formato pontiagudo e é uma excelente região para a prática da escalada.
No Sul do país, duas unidades de conservação despontam na região. Os parques nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral são muito procurados por turistas e moradores da região por suas incríveis paisagens. Os espaços conservam campos e penhascos de mata atlântica que abrigam diversas espécies de animais e aves, como papagaios-de-peito-roxo e jaguatiricas. Um dos principais atrativos do complexo é o Itaimbezinho, um dos maiores cânions das américas que chega a alcançar até mil metros de profundidade. Passeio para todas as idades, o roteiro promete ao turista muita contemplação da natureza, passeios a cavalo, caminhadas por áreas remotas e banhos em cachoeiras que brotam do relevo acidentado.
No coração do Brasil, o Parque Nacional de Brasília tem como principal atração as piscinas formadas por minas d’águas, que surgiram na época da construção da capital federal. Para quem gosta da prática de esporte em contato com a natureza, o parque dispõe de duas trilhas de pequena a média dificuldade: a da Capivara -- trilha para caminhada, indicada para crianças e a da Cristal Água -- para prática de caminhada e de mountain bike. Os turistas também poderão encontrar diversos tipos de vegetação, tais como: a mata de galeria pantanosa, mata de galeria não pantanosa, vereda, cerrado sensu stricto, cerradão, mata seca, campo sujo, campo limpo, campo rupestre, campo úmido e campo de murundus.
REDETRILHAS -- Alguns desses parques nacionais são cortados por trilhas pertencentes ao RedeTrilhas, iniciativa do governo federal que traz a união de percursos reconhecidos por sua relevância tanto para o turismo nacional quanto para a preservação ambiental das matas brasileiras.
As trilhas de longo curso podem ser percorridas por meio de locomoção não-motorizados, como trilhas de caminhadas, ciclismo e cavalgada. Já no uso aquático se dá por meio da canoagem. Propondo maior desenvolvimento para as trilhas, o ministério lançou a Cartilha que apresenta os critérios para avaliação de propostas de adesão à Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade.
AssCom MTur
Adaptação Carlos Regius
Brasil, 26 de janeiro de 2023 - Traçada com rota turística de diversos adoradores da natureza, Bonito, a capital do ecoturismo no Brasil, bateu recorde de visitações em 2022. Segundo levantamento do Observatório do Turismo e Eventos de Bonito (OTEB), coordenado pelo Boletim do Bonito Convention e Visitors Bureau (BCVB), a cidade recebeu 280.391 mil visitantes, 31.75% acima do último recorde, em 2016.
“O recorde de visitantes já era previsto, pelo grande procura pelo destino, mas não esperava esse aumento de mais de 30% em relação a 2016”, avalia Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur).
A reabertura do aeroporto regional, reformado e reequipado pelo Governo local, fez com que companhias aéreas voltassem a operar no destino com dois voos semanais conectados diretamente com Congonhas (SP), elevando o número de desembarques de 11.398, no ano de 2021, para 25.602, em 2022.
Para atender à demanda crescente, hotéis se reinventam para atrair e reter turistas de todo o mundo. Um exemplo é o Selina Bonito, que completou um ano na cidade, oferecendo um moderno e completo ecossistema de hospedagem na região.
Com um total de 89 acomodações em suas mais diversas estruturas, atualmente a capacidade de hospedagem é de 262 pessoas simultaneamente. Divididos em quartos compartilhados de 4, 6 ou até 8 pessoas, as unidades possuem também o quarto standard com suíte para 2 pessoas, e o quarto família com a versatilidade de acomodar confortavelmente uma família ou grupo de 4 pessoas. As acomodações ainda podem ser encontradas em versões privativas -- o que torna o Selina uma ótima opção tanto para turistas que viajam a sós, quanto para famílias que buscam um local aconchegante em meio à majestade da cidade.
"O Selina Bonito está na cidade há pouco mais de um ano, desde dezembro de 2021. No última temporada de final de ano, mesmo sendo uma época festiva, notamos que 80% do público veio por conta do turismo ecológico, o que é ótimo, uma vez que a cidade oferece tantas opções de entretenimento como flutuações, mergulhos, atividades mais radicais como bóia cross, entre outras", comenta Luis Fernando Vieira, gerente da unidade.
Em meio à imensidão do verde, o Selina Bonito cria contraste ao trazer seu Azul Escondido -- temática escolhida para decorar a unidade -- em sua fachada. Cercada pela Mata Atlântica, a cidade de Bonito, em Mato Grosso do Sul, chama a atenção pela exuberância de suas paisagens, fauna e flora preservadas.
Além da hospedagem em um ambiente especial, a estadia em Bonito rende momentos valiosos para os amantes da natureza a cada etapa da viagem. O Selina, por exemplo, disponibiliza passeios próximos à cidade, a partir de R$ 230. Para aqueles que precisam, por um breve momento, "fugir do paraíso” e se conectar a reuniões e trabalho, o espaço ainda dispõe de sala de coworking em locação e rede de wifi gratuita liberada 24 horas por dia.
Para mais informações sobre o Selina Bonito acesse:
SOBRE O SELINA:
Uma das maiores plataformas de experiência do mundo, Selina foi construído para atender as necessidades dos viajantes, unindo os cinco pilares do grupo: arte, música, bem-estar, aprendizados e impacto socioambiental. Feita sob medida para o viajante nômade de hoje, a rede oferece ao público uma experiência global com infraestrutura para viajar e trabalhar sem problemas, combinando acomodações lindamente projetadas com coworking em todas as suas unidades. Fundada em 2014, cada propriedade do Selina é projetada em parceria com artistas, criadores e formadores de opinião locais, dando vida a edifícios existentes em pontos interessantes ao redor do mundo ou através da construção de novos. De cidades urbanas a praias remotas e selvas, o portfólio inclui mais de 160 propriedades abertas em 25 países de 6 continentes.
Agência Lema
Leandro Matulja / Letícia Zioni / Guilherme Maia
Adaptação: Carlos Regius
Com o propósito de incentivar esse segmento, o MTur, junto ao Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes estão planejando ampliar a visitação a parques nacionais até a Copa de 2014. “Em 2016, queremos ter cadeias completas de negócios turísticos nos parques do Estado do Rio de Janeiro, com foco na Olimpíada, e em 2020 queremos todos os 69 parques do Brasil abertos à visitação”, afirma o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
De acordo com o secretário nacional de Políticas de Turismo, Vinícius Lummertz, o turismo de aventura é também uma forma de preservar os recursos naturais e regiões ameaçadas, pois valoriza o potencial natural do país. Entre as opções de aventura estão o arvorismo, a tirolesa, o mergulho, o surf, o windsurfe, o kitesurf, a canoagem, o paraquedismo, as caminhadas em trilhas e o bóia cross.
Kitesurf e Windsurf
Um dos locais bastante conhecidos pela prática do kitesurf e do Windsurf, é Jericoacoara, no Ceará e Florianópolis (SC). A prática é comum devido a velocidade dos ventos. No kitesurf, a pessoa utiliza uma prancha fixada aos pés e uma pipa inflável (semelhante a um parapente), o que possibilita deslizar sobre a superfície da água e, ao mesmo tempo, alçar voos. O vento é o motor e o cenário de esporte pode ser o mar, um rio, um lago ou uma represa. Em Brasília, também é possível praticar windsurfe.
Boituva, uma cidade localizada a (há) 116km de São Paulo é conhecida por essa prática. A cidade é sede de uma escola que ministra aulas para a prática do salto. O curso é composto por 10 horas de aula teórica, um salto duplo de instrução e oito saltos livres.
É possível fazer trilhas em Parques Nacionais como a Chapada dos Veadeiros (GO), Lençóis Maranhenses (MA), Chapada Diamantina (BA) e Aparados da Serra (RS), sempre com guias.
Os destinos mais procurados são Fernando de Noronha (PE), Paraty (RJ), Ilhabela (RJ), Bombinhas (SC) e Recife (PE). No interior, é possível também mergulhar em Bonito (MS).
O esporte é praticado em bóias ou botes infláveis em rios e corredeiras. Em Brotas, há 250 km da capital São Paulo, é bastante comum encontrar essas modalidades.
A escalada geralmente é feita em rochas e o rapel em cachoeiras. A tirolesa é o deslizamento em uma linha aérea que liga dois pontos afastados na horizontal ou em desnível. Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul oferece um cenário privilegiado para a prática do turismo de aventura. Devido à sua formação geológica, rica em vales, canions, rios, cachoeiras, cavernas e túneis a localidade é ideal para a prática desses esportes de aventura.
Fonte: Turismo em Foco
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| Foto: Projeto Tamar |
Qual o significado da palavra TURISMO?
A palavra deriva de tour, do latim tornare e do grego tornus, cujo significado é giro ou círculo. Turismo seria, portanto, o ato de partir e posteriormente regressar ao ponto inicial, sendo que o realizador deste giro é denominado Turista.
Significado de Turista
Indivíduo ou grupo de indivíduos que se deslocam do seu lugar de origem (moradia) para realizar viagem superior a 24h, usufruindo da infra-estrutura do local visitado, sem fixar residência ou renda, motivados por situações diversas (lazer, descanso, eventos, atividades).
O Turismólogo
O Turismólogo é o profissional de nível superior que conhece, analisa e estuda o turismo em sua totalidade.
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