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sábado, 11 de novembro de 2017

Prefeito Roberto Cláudio anuncia as atrações do Réveillon 2018 de Fortaleza

O prefeito Roberto Cláudio anunciou, na noite desta quinta-feira (09/11), as atrações do Réveillon 2018 de Fortaleza. Durante coletiva de imprensa, no Estoril, sede da Secretaria Municipal do Turismo (Setfor), foram divulgadas informações acerca do evento, tradicionalmente realizado no Aterro da Praia de Iracema, que será palco de apresentações de artistas locais e nacionais.
O Prefeito destacou a realização de licitação para escolha de empresa para captar patrocínio e garantir financiamento privado, reduzindo ou zerando a participação de recursos públicos na organização do Réveillon

Dentre as atrações, subirão ao palco Xand Avião, Wesley Safadão e Simone e Simaria. As apresentações nacionais ficam por conta de Luan Santana e Capital Inicial. Participam também a banda de rock cearense Selvagens à Procura de Lei, Marcos Lessa, Chico Pessoa e Fábio Carneirinho. A programação tem início às 17h do dia 31 de dezembro, com Felipe Adjafre e Gustavo Serpa ao pôr-do-sol, e encerra abrindo o ciclo carnavalesco da Capital com as apresentações do Luxo da Aldeia e do Bloco Unidos da Cachorra. Será estruturada, também, uma tenda eletrônica. Este ano, a expectativa é de que mais de um milhão de pessoas participem do momento da virada, que será comandado pelo humorista Tirulipa e deverá contar com show pirotécnico de 18 minutos.
De acordo com o Prefeito, a antecedência da divulgação promove cenário favorável ao evento, que deverá impactar positivamente a economia local por meio do turismo. Além da pluralidade musical, o Gestor destacou a importância da parceria entre a Prefeitura de Fortaleza e o Governo do Estado, frisando, ainda, os diferenciais do evento. “Este Réveillon tem duas inovações importantes. A primeira delas é que, pela primeira vez, a gente licitou uma empresa especificamente para captar patrocínio e garantir um financiamento privado, reduzindo ou zerando a participação de recursos públicos na organização de evento um grandioso e gratuito. A segunda é que, por meio de uma plataforma humanitária estimulante, vamos aproveitar a festa, que mobiliza o interior e Fortaleza, além de outros Estados, para divulgarmos o Hospital Oncológico Peter Pan, uma grande obra social feita pelo terceiro setor. Por meio de linha telefônica ou aplicativo de celular, vamos estimular a doação voluntária para viabilizar o empreendimento”, informou Roberto Cláudio, que esteve acompanhado pela primeira-dama, Carol Bezerra; pelo presidente da Câmara Municipal, Salmito Filho; pelo ex-governador do Estado, Cid Gomes; além de vereadores, secretários municipais e gestores do trade turístico do Estado. O anúncio da programação também contou com a presença dos artistas Xand Avião, Marcos Lessa, Chico Pessoa, Felipe Adjafre, além da banda Selvagens à Procura de Lei.
Para Erick Vasconcelos, secretário executivo do Turismo de Fortaleza, a minimização do investimento público no evento potencializará os recursos que devem ser injetados na Capital no período. “Esta é a maior festa da nossa Cidade e reúne um bom número de turistas. Estamos esperando cerca de 500 a 600 mil pessoas de fora, que deverão curtir o evento. A expectativa é de que a rede hoteleira alcance cerca de 98 a 99% de ocupação. Isso vai gerar muito emprego e renda na nossa Cidade por meio da economia ligada ao turismo, que impacta, diretamente, cerca de 52 setores”, pontuou.
Xand Avião, uma das principais atrações da noite, destacou a felicidade de participar, pela primeira vez, do Réveillon da Capital onde consolidou sua carreira, hoje, reconhecida internacionalmente. “Eu moro em Fortaleza há 15 anos e vi o crescimento desse Réveillon. Confesso que meu sonho era, um dia, cantar na festa. Já rodei o Brasil inteiro e o mundo, cantando para milhões de pessoas. Mas quando se canta em casa, é diferente. O Réveillon de Fortaleza está conhecidíssimo no Brasil inteiro. Não deixa a desejar a nenhum do Brasil. É um sonho que estou realizando em poder cantar para essa multidão, nesse Aterro, que vai ser lindo. Darei o meu melhor e será um dos melhores shows da noite. Quem for não irá se arrepender”, garantiu o cantor.
O secretário da Cultura de Fortaleza, Evaldo Lima, comentou a relevância da pluralidade de gêneros musicais trazida ao evento. “Fortaleza caminha celeremente para se tornar o maior Réveillon do País. Eu me refiro ao brilho da Cidade, à alegria das pessoas e à grande atração realizada por grandes intérpretes da música brasileira. Esse réveillon é muito especial. Tem para todas as sensibilidades estéticas e musicais, atrações de grande apelo popular, flertando com a música plural cearense e universal brasileira”, disse.
Fonte: Secretaria de Turismo de Fortaleza

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Violência gera perda de R$ 657 milhões no turismo do Rio de Janeiro

Em novo levantamento, um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade no Rio de Janeiro provocou queda de R$ 657 milhões nas receitas do turismo fluminense entre janeiro e agosto de 2017.


Violência gera perda de R$ 657 milhões no turismo do Rio de Janeiro. Crédito: TV CNC

 O montante equivale a 29% do total da perda do faturamento do setor (R$ 2,291 bilhões).
Embora fatores relacionados à conjuntura econômica ajudem a explicar a queda de atividade no turismo fluminense, o estudo aponta a contribuição negativa do aumento da criminalidade no Rio de Janeiro para a recuperação do setor, que responde por mais de 9,9% dos postos de trabalho formais do Estado e por aproximadamente 7% da economia fluminense.
Queda nas receitas
A perda de receita relatada (R$ 657 milhões), que equivale ao faturamento de 8,9 dias do turismo local, impactou de forma mais significativa o segmento de bares e restaurantes (R$ 332,1 milhões, o correspondente a 50,3% do total), seguido pelas atividades de transportes, agências de viagens e locadoras de veículos (R$ 215,5 milhões, ou 32,6%), hotéis, pousadas e similares (R$ 97,7 milhões, ou 14,8%) e por atividades culturais e de lazer (R$ 14,7 milhões, ou 2,2%).
Segundo estimativa da CNC, para cada aumento de 10% na criminalidade, a receita bruta das empresas que compõem a atividade turística do Estado recua, em média, 1,8%. O estudo identifica que a sensibilidade ao aumento da violência no Estado é maior nos segmentos mais dependentes do turismo, tais como hospedagem (-1,9%) e transporte (-2,0%). Já nos segmentos de alimentação e serviços culturais e de lazer, mais ligados à prestação de serviços a residentes, o aumento de 10% na criminalidade no Estado reduz suas receitas em 1,7% e 1,5%, respectivamente.
Menos empregos
De janeiro a setembro de 2017, o saldo entre admissões e desligamentos nas atividades que compõem o setor resultou na perda acumulada de -10.237 postos de trabalho com carteira assinada – um aumento de 50% em relação aos 6.823 postos fechados no mesmo período de 2016 –, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Para Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, apesar de a realização dos Jogos Olímpicos ter dado um respiro para o setor turístico em julho e agosto de 2016, outros fatores econômicos justificaram o seu desempenho negativo após o grande evento mundial. “A evolução desfavorável do mercado de trabalho brasileiro até o início de 2017 limitou a capacidade de consumo por parte dos turistas nacionais. As restrições impostas ao orçamento das famílias por conta da crise também levaram os consumidores a abrir mão de gastos com lazer. E, mesmo com a reação lenta do emprego e a queda da inflação nos últimos meses, ainda não vemos efeitos da retomada na demanda por serviços turísticos”, disse.
O que pensa o Turismo

Para o hoteleiro e presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio, apesar dos dados levantados pela Confederação, algumas iniciativas podem ajudar na recuperação do segmento. “De modo geral, e principalmente no Rio de Janeiro, os governos devem fortalecer iniciativas de apoio à segurança pública, com a mobilização de todos os recursos disponíveis – forças auxiliares, inteligência estratégica, troca de informações entre as autoridades de diversos níveis, campanhas de mobilização social. E o turismo, para ser uma alternativa para a retomada da economia, precisa avançar em diversas frentes, como na transformação da Embratur em agência para ampliar a divulgação dos destinos brasileiros, e em mudanças que facilitem investimentos, como a criação de zonas de exportação turística e a ampliação do número de países com visto eletrônico. A liberação dos cassinos, por exemplo, será um ganho para o Estado do Rio e para o País. São iniciativas que não dependem de investimentos do poder público e podem gerar empregos, o que, sem dúvida, refletirá nos índices de criminalidade”, afirmou Sampaio.
Fonte:CNC

Programação cultural 6 a 12 de novembro de 2017 Centro Dragão do Mar, em Fortaleza-Ceará.

FUNCIONAMENTO DO CENTRO DRAGÃO DO MAR
Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h. Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h.Cinema do Dragão: de terça a domingo, das 14h às 22h.Museus: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); sábado, domingo e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.Multigaleria: de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.


OBS.: Às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria e bilheterias.

► CINE CAOLHO

O Cine Caolho se propõe a ser um espaço de exibição e reflexão sobre as produções audiovisuais cearenses. Acontecendo mensalmente, sempre na primeira segunda-feira do mês no Cinema do Dragão, o Cineclube exibe filmes cearenses, sempre com a presença de seus realizadores para um debate com o público após as sessões. Nesta edição, confira “Devoração”, de Andréa Bardawil e Nigéria; “Apartes”, de Ernesto Gadelha e Alexandre Veras; “107, 108, Mariana”, de Ariel Volkova; “Atalanta”, de Fernanda Brasileiro e Hylnara Anny; e “A saída da fábrica Cione”, de Virgínia Pinho.

// Dia 6 de novembro de 2017, às 19h30, na Sala 2 do Cinema do Dragão. Acesso gratuito.

Contato: Caroline Louise Produtora 85 99944-5888 e 85 98724-8485



► ABERTURA DA 32ª BIENAL DE SÃO PAULO

Com realização no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE), do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, uma nova etapa nacional das itinerâncias da 32ª Bienal de São Paulo – INCERTEZA VIVA acontece de 7 de novembro de 2017 a 28 de janeiro de 2018. Trazendo um recorte de 15 artistas e coletivos, a mostra terá abertura no dia 7 às 18h, com mediação do curador Jochen Volz – responsável pela última edição da Bienal, em 2016. Às 21h, o Dragão do Mar realiza show com o grupo Baião de Dub, no Ateliê dos Museus.

Foram selecionados para integrar a exposição: Antonio Malta Campos (Brasil) Bárbara Wagner (Brasil), Charlotte Johannesson (Suécia), Felipe Mujica (Chile), Francis Alÿs (Bélgica), Gilvan Samico (Brasil), Güneş Terkol (Turquia), Grada Kilomba (Portugal), Jonathas de Andrade (Brasil), Michal Helfman (Israel), Misheck Masamvu (Zimbábue), Mmakgabo Helen Sebidi (África do Sul), Pierre Huyghe (França), Rachel Rose (EUA), Vídeo nas Aldeias (Brasil) e Wilma Martins (Brasil). A curadoria geral de Jochen Volz foi responsável pela última edição da Bienal, em 2016.

Intitulada INCERTEZA VIVA [Live Uncertainty], a 32a Bienal tem como eixo central a noção de incerteza a fim de refletir sobre atuais condições da vida em tempos de mudança contínua e sobre as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas. A exposição se propõe a traçar pensamentos cosmológicos, inteligência ambiental e coletiva assim como ecologias naturais e sistêmicas. A mostra foi concebida em torno das obras de 81 artistas e coletivos sob curadoria de Jochen Volz e dos cocuradores Gabi Ngcobo (África do Sul), Júlia Rebouças (Brasil), Lars Bang Larsen (Dinamarca) e Sofía Olascoaga (México).

Em 2017, o programa de mostras itinerantes da 32ª Bienal de São Paulo circula com seleções de obras da 32ª Bienal por doze cidades no Brasil e duas no exterior: Campinas/SP, Belo Horizonte/MG, São José dos Campos/SP, Cuiabá/MT, São José do Rio Preto/SP, Ribeirão Preto/SP, Garanhuns/PE, Palmas/TO, Santos/SP, Itajaí/SC, Fortaleza/CE, Vitória/ES, Bogotá/Colômbia e Porto/Portugal.

Ações educativas

As itinerâncias da Bienal de São Paulo trazem uma série de ações educativas realizadas em parceria com o Núcleo Educativo do MAC-CE e o Porto Iracema das Artes. Em 6 de novembro (segunda-feira), será apresentada a palestra "Incerteza Viva: Conceitos e Artistas", às 19h, no Auditório do Porto, com Regiane Ishii, que é Produtora de Conteúdo do Programa Educativo da Fundação Bienal de São Paulo. A palestra abrange uma breve apresentação da história da Fundação Bienal de São Paulo e o processo de desenvolvimento e conceitos da 32ª Bienal. Também serão abordadas as pesquisas de artistas que integram a itinerância em Fortaleza.

Na mesma semana, serão realizados ainda dois laboratórios, com partida no Porto Iracema. Em 7 de novembro (terça-feira), das 14h às 17h, o laboratório "Narrativas que constroem mundos" debate a relação entre narrativas pessoais e a multiplicidade de existências possíveis, com base nas obras dos artistas da Bienal. Em 8 de novembro (quarta-feira), o laboratório "Processos criativos em educação" propõe aproximar processos criativos de artistas e de professores, relacionando ações educativas e obras da 32ª Bienal.

As inscrições para os laboratórios devem ser realizadas no link http://bienal.org.br/evento.php?i=4377.

Ao longo do período da exposição, o Núcleo Educativo do MAC-CE realiza ainda uma série de oficinas gratuitas, aos finais de semana.

Arte é liberdade

Em novembro, o Centro Dragão do Mar celebra o mês da cultura, realizando o ciclo programático “Arte é Liberdade”, atento aos debates urgentes da arte contemporânea. “Em meio a turbulências reacionárias, se impõe nos debates sobre arte reafirmar a importância de proteger esse lugar enquanto território de expressão essencialmente livre. Afinal, a liberdade é inerente ao fazer artístico”, define o presidente do Instituto Dragão do Mar, Paulo Linhares.

Durante o ciclo programático “Arte é Liberdade”, em novembro, o Dragão do Mar recebe ainda os festivais Feira da Música, com show do cantor pernambucano Otto; Ponto.CE, com shows de bandas de todos o País; Festival do Circo do Ceará, com programação gratuita para todas as idades; Festival Internacional do Folclore e FOR RAINBOW – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual.

Tem também show de Zé Ramalho, no dia 25, na Praça Verde; e a Temporada de Arte Cearense (TAC), com o Coletivo Artístico As Travestidas e a exposição "Você Mereceu", da artista Marília Oliveira, na Multigaleria, entre outros espetáculos distribuídos ao longo do mês. A programação completa estará disponível no site www.dragaodomar.org.br, a partir do dia 1º de novembro.

// Abertura dia 7 de novembro de 2017, às 18h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE). Show Baião de Dub, às 21h, no Ateliê dos Museus. Gratuito. Livre.
Exposição em cartaz de 7 de novembro de 2017 a 28 de janeiro de 2018. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30) e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30).

Contato: Assessoria de imprensa do Instituto Dragão do Mar 3488.8625/ 3488.8617



► VIII FORTALEZA LIBERTA – ESPECIAL MOSTRA DE MÚSICA NEGRA DE FORTALEZA

Fortaleza Liberta”, de acordo com o título, é um projeto pensado e feito exclusivamente para Fortaleza. Teve início em 2011 e tem como focos principais:

a) A valorização, difusão e promoção da cultura de expressão afro-brasileira presente em Fortaleza, especialmente na área da música de matriz africana;

b) O resgate e a preservação da memória com base na abordagem da presença e trajetória sócio-histórico-cultural da população negra nesta capital.

Esta oitava edição do projeto tem como proposta realizar uma ação cultural especialmente dedicada à cena da música de expressão cultural afro-brasileira de Fortaleza, intitulada “Mostra de Música Negra de Fortaleza”, sem caráter competitivo, em que serão apresentados shows com base nos ritmos e gêneros musicais de matriz africana presentes na capital cearense. Ou seja, caracteriza-se como um encontro que vai celebrar a música negra de Fortaleza.

O Projeto “VIII Fortaleza Liberta - Especial Mostra de Música Negra de Fortaleza” acontece no dia 7 de novembro de 2017 (terça-feira), no equipamento do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, comemorando o Mês da Consciência Negra/2017, e tem a seguinte programação:

19h – Praça Almirante Saldanha e entorno do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura: Cortejo com o Grupo Tambores Carnavalescos, abrindo o evento;

20h – Espaço Rogaciano Leite Filho: Shows dos grupos/coletivos Afoxé Acabaca, Caravana Cultural e D’Passagem.

Considerando que a autêntica cultura é feita pelo povo e para o povo e é o reflexo de sua própria identidade, o projeto oportuniza o acesso gratuito ao público/comunidade à sua programação cultural. Como contrapartida sociocultural, oferece ainda uma oficina de música percussiva a ser realizada em local e data a serem definidos.

// Dia 7 de novembro de 2017, às 19h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Livre.

/fcgalba@gmail.com



► DEBATE COM GINGA [palestra]

O Debate com Ginga é realizado uma vez por mês no Auditório do Dragão do Mar, proporcionando discussões de temáticas que se relacionam com a capoeira. Realizado pelo Grupo Capoeira Brasil, promove ainda oficinas e vivências de manifestações afro-brasileiras ou relacionadas com a capoeira. O debate promove a troca de saberes ao convidar pessoas oriundas de diversos setores da sociedade e de campos do saber. Nesta edição, confira a palestra “O etnodesenvolvimento cultural dos povos tradicionais de terreiro e a capoeira”, de OGAN Leno Farias.

O Debate com Ginga é uma proposta de ir além dos espaços mais tradicionais da capoeira, instigando os capoeiristas a buscarem ampliar suas fontes de conhecimento e suas visões das temáticas que atravessam nossa arte”, afirma Luciano Hebert, corda marrom do Grupo Capoeira Brasil e coordenador do projeto.

O projeto Debate com Ginga tornou-se Projeto de Extensão da Universidade Federal do Ceará-UFC, pelo Instituto de Educação Física e Esportes – IEFES, desde novembro de 2016. Isto significa que passou a ser reconhecido, conservado e apoiado pela Universidade, como capaz de desenvolver atividades de caráter educativo, social, cultural, científico e tecnológico, envolvendo a Capoeira, cujas diretrizes e escopo de integração com a sociedade, agregam-se às linhas de pesquisa desenvolvidas pelo IEFES-UFC. Deste modo, o projeto será ainda capaz de provocar a investigação científica para alunos da graduação em Educação Física e outras áreas do conhecimento, bem como a socialização destes para quem não tem acesso direto à Universidade, com certificação a todos que dele participarem.

A Capoeira e o Grupo Capoeira Brasil

A origem da Capoeira ainda hoje é discutida por diversos estudiosos da área, mas acredita-se que ela remonta aos tempos da escravidão, sendo criada provavelmente pelos negros escravos aqui no Brasil, na ânsia de se libertarem. A capoeira atravessou diversas fases e inúmeras adversidades, sendo até considerada uma prática ilegal e proibida.

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Capoeira encontra-se presente em todo o território nacional e em mais de 150 países, tornando-se inviável contabilizar o número de praticantes. A Capoeira hoje é incentivada e amparada por Lei Federal e em 2008 foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, sendo candidata a tornar-se patrimônio da humanidade.

O Grupo Capoeira Brasil, fundado em 1988 (ano de comemoração dos 100 anos da Abolição da Escravatura), na cidade de Niterói, pelos mestres Paulinho Sabiá (Niterói – RJ), Boneco (Barra – RJ) e Paulão Ceará (Fortaleza – CE), surgiu com o objetivo de incentivar, divulgar e resgatar a cultura e a arte da Capoeira, valendo-se desse instrumento como um meio de transformação e incentivando os praticantes a se tornarem cidadãos críticos.

/// Dia 7 de novembro de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

Contato: Hebert (98845.0743 / hebert.capoeira@gmail.com)

A programação completa estará disponível no site www.dragaodomar.org.br, a partir do dia 1º de novembro.

Luar Maria Brandão
Assessoria de Comunicação do Instituto Dragão do Mar

Turismo credencia agências de viagem interessadas em receber turistas chineses

Iniciativa faz parte de acordo firmado pelo MTur com o governo chinês para cadastrar prestadores de serviço turístico.

Deu inicio nesta quarta-feira (1), as agências de receptivo interessadas em trabalhar com turistas chineses já poderão solicitar o credenciamento junto ao Ministério do Turismo. A seleção, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (31), segue exigências de um acordo entre os governos do Brasil e da China e faz parte de um Memorando de Entendimento, denominado Status de Destino Aprovado (ADS, na sigla em inglês), assinado com a Administração Nacional de Turismo da China. No Brasil, o MTur é o único órgão responsável pelo processo de credenciamento anual.
As agências de viagens e turismo interessadas em participar do processo de seleção deverão fazer a inscrição online (clique aqui). Os interessados terão até 15 de dezembro de 2017. Somente as agências autorizadas pelo MTur poderão receber grupos de turistas do país asiático.
“Em 2016, 135 milhões de chineses viajaram para fora do país e foram responsáveis por garantir a liderança no ranking dos turistas que mais gastam. O Brasil tem muitos atrativos para oferecer para os turistas chineses e a nossa ideia é nos capacitarmos cada vez mais para oferecer a melhor estadia possível, atendendo as necessidades apresentadas”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.
No ano passado, 316 agência brasileiras conseguiram o credenciamento, que é anual. Para a realização do credenciamento, a agência interessada deverá observar algumas condições:
I - estar regularizada no Sistema de Cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor do turismo, o Cadastur, do Ministério do Turismo;
II - declarar estar ciente dos termos do Memorando de Entendimento firmado entre o Ministério do Turismo da República Federativa do Brasil e a Administração Nacional de Turismo da República Popular da China para a facilitação de viagens de grupos de turistas chineses ao Brasil;
III - aceitar o Termo de Responsabilidade e solicitar sua inscrição no ADS CHINA.
O Ministério do Turismo só aceitará inscrições realizadas via link próprio para cadastramento de empresas do tipo "Agências de Turismo" em situação regular. O resultado da seleção será divulgado no dia 22 de dezembro de 2017, no Diário Oficial da União e no site do Ministério do Turismo.
Fonte: Min.Tur(Geraldo Gurgel)

sábado, 28 de outubro de 2017

Os 105 anos do vai-e-vem do bondinho do Pão de Açúcar no Rio de Janeiro

Nesse período o local, que é cartão postal do Rio de Janeiro, recebeu 46 milhões de visitantes. Data será marcada com shows no morro da Urca

Crédito: Divulgação

O bondinho do Pão de Açúcar, um dos mais conhecidos cartões postais do Rio de Janeiro, comemorou nesta sexta-feira (27), 105 anos. O teleférico transporta, em média, 65 turistas por viagem. O vai-e-vem do bondinho se repete desde a inauguração, em 1912, quando o equipamento turístico foi incorporado à paisagem do Rio de Janeiro. O atrativo, ícone do turismo carioca, foi o primeiro teleférico do Brasil e um dos mais antigos do mundo. Além da rotina do sobe-e-desce de turistas, o aniversário será marcado com uma programação de shows no anfiteatro do morro da Urca.
A viagem percorre uma das paisagens naturais mais famosas do mundo e encanta cariocas e turistas. O passeio inesquecível é realizado em dois estágios de três minutos por trecho. Praia Vermelha-Morro da Urca e Morro da Urca-Pão de Açúcar. O primeiro trecho, partindo da praia, tem 538 metros de extensão e altitude de 220 metros. A segunda linha, entre os dois blocos de pedras, percorre 749 metros numa altitude de 396 metros. As duas montanhas de granito, localizadas na entrada da baía da Guanabara, são monumentos naturais (geológicos) com mais de 600 milhões de anos. O complexo turístico de beleza panorâmica privilegiada faz parte da paisagem carioca reconhecida pela Unesco como Patrimônio Mundial.
Nas cabines com vidro fumê anti-reflexo, os visitantes têm uma visão panorâmica da “Cidade Maravilhosa”. Com ângulo de 360 graus, o passeio tem como cenário as praias do Leme, Copacabana, Ipanema, Flamengo, Leblon; Pedra da Gávea, a Floresta da Tijuca e o morro Corcovado com a imagem do Cristo Redentor. O turista ainda descortina a Baía da Guanabara, com a enseada de Botafogo; o centro da Cidade; o Aeroporto Santos Dumont; a Ilha do Governador; a cidade de Niterói; a Ponte Rio-Niterói; e, ao fundo, a Serra do Mar, com o pico “Dedo de Deus”.
O formato cônico do açúcar estocado para exportação no apogeu da exploração da cana-de-açúcar, ainda no Brasil colonial, deu origem ao nome que ficou mundialmente conhecido.  As cabines originais de madeira estão expostas no Morro da Urca. Pela sua forma única, localização privilegiada, margeado pelas águas da baía de Guanabara, referências histórias e acesso diferenciado ao cume, o Pão de açúcar é considerado um marco histórico, cultural e natural da cidade do Rio de Janeiro.
OSCAR DO TURISMO -  O Pão de Açúcar concorre ao Oscar do turismo mundial na categoria principal atração turística mundial. Entre seus concorrentes estão Machu Picchu no Peru, a Muralha da China e o Monte Kilimanjaro, na Tanzânia. A votação na 24ª edição do World Travel Awards poderá ser feita até dia 31 de outubro no site da entidade.
FAMA – Além de celebridades e autoridades mundiais que já visitaram o bondinho desde sua inauguração, o local coleciona imagens memoráveis. Em 1977, o equilibrista americano Steven McPeak caminhou sobre o cabo do teleférico, entre o Morro da Urca e o Morro do Pão de Açúcar, segurando uma vara metálica como contrapeso. Já em 1979, uma sequência do filme "007 Contra o Foguete da Morte", com Roger Moore como James Bond, filmada no bondinho, ajudou a promover a cidade e o Brasil no exterior.
Fonte: Min. do Turismo(Por Geraldo Gurgel )

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

quinta-feira (26), tem edição especial do Dub no Dragão, com dois grandes nomes internacionais do Dub, pela primeira vez em Fortaleza.

Mad Professor é o músico e produtor que lançou o nome ao mundo após unir reggae e música eletrônica, pela primeira vez, na década de 1980. A cantora inglesa Aisha acompanha Professor em diversos projetos, desde então. A apresentação se inicia às 19h e segue com ingressos à venda.


Mad Professor

Nesta quinta-feira (26), o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura realiza edição especial do programa Dub no Dragão, trazendo dois reconhecidos nomes internacionais do dub: o músico, produtor e engenheiro de som Mad Professor e a cantora inglesa Aisha, pela primeira vez em Fortaleza. Estilo musical que remixa e incrementa músicas de reggae, o dub tem em Mad Professor um de seus maiores artistas, elevando para outro nível as mixagens, após unir reggae e música eletrônica, ainda na década de 1980. O Dub no Dragão tem início às 19h, na Praça Verde, e contará ainda com os Djs do Dub Foundation Sound System, parceiro na realização desse programa. Os ingressos seguem à venda na bilheteria do Dragão e custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
Aisha


Nascido em 1955, na Guiana, na América do Sul, Neil Fraser ganhou o apelido de Mad Professor ainda na pré-adolescência graças ao interesse intenso por música eletrônica. Aos 20 anos, ele se mudou com a família para Londres, na Inglaterra, e começou a construir seu próprio rádio. Em 1979, abriu estúdio próprio – o Ariwa –, que, no meio dos anos 80, já era o maior estúdio de propriedade negra no Reino Unido. De lá para cá, produziu grandes singles do gênero dub, gravou o primeiro álbum, Dub Me Crazy, e dirigiu o álbum inovador de reggae Macka B, afetando de vez a cena do reggae britânico. Em meados dos anos 1980, a era ragga estava começando e as produções totalmente digitais começaram a dominar o reggae, ganhando cada vez mais projeção o som espacial e louco de Mad Professor. Enquanto os detratores de ragga reclamavam que o trabalho dele parecia estéril, muitos elogiavam seus efeitos de outro mundo e arranjos inventivos.

        

Além de produtor também de trip-hop, Mad Professor é um engenheiro de som conhecido por produções em trabalhos remix para Massive Attack, Sade, Pato Banton, Nação Zumbi, entre outros. Mad Professor produziu também, ainda na década de 1980, os dois primeiros álbuns da cantora inglesa Aisha, High Sacerdotisa e True Roots, clássicos do reggae roots, sob o selo Ariwa. A música Creator, hino do reggae roots, é uma das canções através da qual Aisha ganhou o mundo. Em 2004, a cantora inglesa se uniu a Mad Professor, em diversas apresentações nos Estados Unidos. No show no Dragão, a dupla promete extasiar o público com os maiores clássicos da carreira dos dois.




Dub Foundation Sound System




Parceiro realizador do Dub no Dragão, o Dub Foundation Sound System abre a noite, na Praça Verde. Fundado em 2006, por iniciativa do Caio Dub Foundation, possui hoje um sistema de som formado por amplificadores e caixas que chegam à potência de 10 mil watts. Esse equipamento, feito segundo projetos ingleses e jamaicanos, busca reproduzir fielmente os detalhes do reggae, transmitindo toda a sua força e usando vinis como matéria-prima. Utilizam também uma série de delays e efeitos ligados ao gênero dub, para criar uma atmosfera psicodélica.


SERVIÇO
Dub no Dragão – Edição Especial com Mad Professor, Aisha e Dub Foundation Sound System
Quando: dia 26 de outubro de 2017 (quinta-feira)
Hora: 19h
Onde: Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). À venda na bilheteria do Dragão (de terça a domingo, das 14h às 20h)
Classificação etária: 18 anos






BREVE HISTÓRIA DOS SOUND SYSTEMS




Se num futuro distante um historiador fosse tentar descobrir qual o evento ou invenção foi responsável pelo surgimento de gêneros musicais tão diferentes como o Rap, a Música Eletrônica, o Reggae, o Ska, o Rocksteady, o Dub, Dancehall, Dubstep, Jungle, e outras inúmeras variações de música com apelo às frequências graves, ele acabaria por chegar em algo que resultou de pobreza extrema, uma localização geográfica estratégica, e de um povo com uma fantástica alegria de viver apesar de seu sofrimento. Ele chegaria à periferia de Kingston, capital da Jamaica, uma pequena ilha no meio do Caribe, nos anos 1940/1950, e sua maravilhosa invenção: o SOUND SYSTEM.

Naqueles anos do pós-guerra, a diversão era pouca e inacessível, e alguns clubes para os mais abastados utilizavam caríssimas "Big Bands", tocando sucessos americanos. Devido à posição geográfica e à língua inglesa, muitos jamaicanos adoravam a música americana, porém apenas alguns desfrutavam dela. Os rádios e mesmo os toca-discos eram inacessíveis à maior parte da população.

Foi nesse contexto que surgiu a ideia de colocar algumas caixas de som feitas em casa no meio da rua, ligadas a toca-discos, amplificadores e microfones, imitando uma rádio com seus apresentadores. Os discos reproduzidos eram discos americanos, sobretudo de Rhythm & Blues. Isto rapidamente virou um fenômeno e uma cultura.

Os donos de tais aparelhagens conseguiam lucro vendendo comida e bebida e, às vezes, fazendo festas fechadas com admissão bastante acessível. O público e a competição entre os sound systems fazia com que tivessem que aumentar o tamanho das caixas e aparelhagem. Buscavam na América os últimos lançamentos, sempre tentando desbancar seus concorrentes.

Porém, nos EUA, não havia música suficiente para suprir a voracidade dos sound systems, isso acabou fazendo surgir um mercado fonográfico local, que gravava música americana feita por jamaicanos. Eles não demoraram muito a acrescentar um “tempero”, misturando Calypso, Mento e outros sabores locais ao Rhythm & Blues, e provocando o nascimento do primeiro gênero totalmente jamaicano: o Ska, em 1962.

Um pouco à frente, em 1966, o Ska foi desacelerado, tornando-se o Rocksteady. Logo após, em 1968, outras modificações dos criativos jamaicanos criam o Reggae e, em 1969, o Dub, que é uma variação instrumental do Reggae adicionada de efeitos. Tudo isso era fomentado pelos sound systems, cujos donos haviam criado estúdios e gravadoras locais.

No fim dos anos 1960, uma grande crise começou a afetar a ilha, provocando uma grande imigração de jamaicanos para a Inglaterra e para os EUA. Alguns levaram na bagagem o apreço pelos sound systems e não demorou muito para que surgissem sound systems jamaicanos na Inglaterra, feitos por imigrantes. Foi na Inglaterra que os sound systems tomaram sua cara atual e depois se espalharam pelo mundo. O auge foi durante os anos 1970 e 1980, quando fomentaram os estúdios jamaicanos a produzirem música pra ser consumida na Inglaterra, modificando-a para as danças e comportamento dos ingleses, mais urbanos.

Hoje em dia, os sound systems atuam no mundo todo como difusores de música independente, principalmente o Reggae, consistindo de equipes completas de caixas de som, amplificadores, efeitos, djs com toca-discos e cantores ou MCs que animam o público e fazem improvisos. Buscam realizar as festas em locais abertos, sem vínculos comerciais, promovendo a integração de classes e tribos, e passando mensagens de tolerância e compreensão através da música.



Luar Maria Brandão
Assessoria de Comunicação do Instituto Dragão do Mar


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Fornatur pede apoio do Congresso a projetos na área turística


O Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur) promoveu dia 18 de outubro, em Brasília, um café da manhã com deputados e senadores para debater a pauta de projetos de interesse em tramitação no Congresso.

Alexandre Sampaio listou iniciativas que precisam de aprovação de deputados e senadores. Crédito: Edson Chaves Filho

Cerca de 60 parlamentares estiveram no encontro, que precedeu a 93ª Reunião Ordinária da entidade.

O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, agradeceu o empenho dos parlamentares e dirigentes de instituições em favor de medidas pró-desenvolvimento do turismo, como as priorizadas na atuação do Fornatur. “A CNC sente-se muito honrada em patrocinar este evento e ajudar na interação com o Congresso, dando suporte às boas causas que visam ao incremento das atividades desse importante segmento da economia nacional.”
O Cetur, disse Sampaio, apoia firmemente o pacote integrado pelo programa Brasil + Turismo, que busca soluções técnicas para gargalos históricos, elevar o número de turistas nacionais e estrangeiros e gerar emprego e renda, e a proposta de modernização da Lei Geral do Turismo, para criar um ambiente de negócios mais empreendedor e agilizar o desenvolvimento do setor e, por fim, a iniciativa de transformar a Embratur em uma agência de fomento, prevista no Projeto de Lei nº 2.724/2015. Adotando o modelo jurídico de serviço social autônomo, a Embratur poderia fazer convênios e buscar outras fontes de recursos, em vez de ficar restrita aos repasses da União. “Nós empresários de turismo entendemos que essas mudanças são fundamentais.”
O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, reforçou os argumentos do dirigente da CNC. Para ele, somente com uma Embratur moderna, funcionando como agência, será possível estabelecer parcerias com a iniciativa privada e o Brasil sair do atual patamar de 6,6 milhões de turistas internacionais e U$ 6,9 bilhões de recursos arrecadados. “A meta até 2022 é chegar a 12 milhões de turistas, com uma receita de U$ 19 bilhões”, disse.
Potencial turístico
Segundo ele, o Brasil tem o maior potencial natural para o turismo entre todos os países do mundo, de acordo com o Fórum Econômico Mundial e o Conselho Mundial de Viagens e Turismo. Lummertz disse se sentir honrado com o apoio de todas as entidades à modernização da Embratur, “mas é fundamental que o Congresso avance no seu apoio e aprove todas as proposições que visam, mais do que empoderá-la, fortalecer a indústria do turismo no Brasil”.
O presidente do Fornatur, Felipe Carreras, deputado federal do PSB-PE licenciado e secretário de Turismo de Pernambuco, citou entre as medidas que precisam do apoio parlamentar a legalização dos cassinos, “que vai atrair muitos investimentos para o País”. Além disso, a aprovação do projeto  geraria mais empregos e renda.

O vice-presidente da CNC e presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, também participou do evento, realizado no restaurante do Senac na Câmara dos Deputados.
Fonte: Site cnc

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Fórum discute atuação das bibliotecas públicas no Brasil

A atuação das bibliotecas públicas no Brasil e o seu papel no cumprimento das metas da Agenda 2030, estabelecida na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, serão abordados no Fórum Brasileiro de Bibliotecas Públicas.

A quinta edição do evento, organizado pelo Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB) do Ministério da Cultura (MinC), será realizado nesta quarta (18) e quinta-feira (19) em Fortaleza (CE).

O fórum ocorre em paralelo ao Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação (CBBD). O evento tem por objetivo estimular a pesquisa na área de biblioteconomia e ciência da informação, além de divulgar práticas das bibliotecas públicas por meio de debates e seminários. Participam do evento profissionais e estudantes interessados no desenvolvimento das bibliotecas públicas brasileiras, além dos coordenadores dos Sistemas Estaduais de Biblioteca Pública. As bibliotecas públicas estão presentes em 97% dos municípios brasileiros.

As presidentes da Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA), Glória Pérez-Salmeron, e da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições, Adriana Cybele Ferrari, participam da primeira rodada de debates sobre a Agenda 2030, que prevê metas para o desenvolvimento sustentável do mundo. Na sequência, o diretor do DLLLB, Guilherme Relvas, comandará a abertura oficial do fórum, às 10h desta quarta-feira.

A tarde de quarta-feira será dedicada à divulgação de boas práticas. Participarão dessa etapa do fórum representantes de bibliotecas públicas e comunitárias de Lagoa Santa (MG), Tefé (AM), Marabá (PA) e Lençóis (BA) – finalistas do Prêmio Viva Leitura 2016, categoria Biblioteca Viva. Na quinta-feira, a Agenda 2030 volta à mesa de debates. Também estão previstos debates sobre a contribuição das bibliotecas públicas para a sustentabilidade, com a participação dos coordenadores estaduais do Sistema de Bibliotecas Públicas.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

domingo, 15 de outubro de 2017

Setor de buggy comemora demanda recorde no Estado do Rio Grande do Norte

Um dos principais cartões postais do Rio Grande do Norte, o setor de buggy celebrou neste último fim de semana um momento há muito esperado: toda a oferta de serviço de passeios foi preenchida durante a sexta e o sábado. Uma demanda inédita há pelo menos oito anos, segundo o Sindicato de Bugueiros.


“É um fato realmente emblemático para nosso turismo já que o passeio de buggy é uma oferta procurada por turistas. E ainda estamos no período considerado baixa temporada. Isso reflete nosso trabalho de promoção e divulgação dos nossos destinos”, destacou o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar.
Para o presidente do Sindibuggy, Luiz Thiago Manoel, a categoria tem comemorado o momento pelo qual o turismo do Estado passa. “Tivemos um fim de semana de muito trabalho onde faltaram buggys para atender toda a procura. Só temos a agradecer ao trabalho desenvolvido pelo Governo do Estado, através da Setur RN e da Emprotur, em especial ao secretário Ruy”, ressaltou.
Hoje há 723 bugueiros cadastrados na Setur RN, distribuídos em Natal, Extremoz, Tibau do Sul e Baía Formosa, com passeios regulamentados pela lei especial 8.817, de 29 de março de 2006.
Nos últimos eventos do Feirão da Flytour, a Setur RN e a Emprotur idealizaram levar um buggy para o estande do Governo do RN, onde o visitante tinha a oportunidade de fazer um passeio pelas dunas em cima do veículo, em um filme exibido em um óculos eletrônico. A ideia chamou a atenção no evento e o estande do Estado potiguar foi um dos mais visitados.
Histórico
Os primeiros passeios de buggy surgiram no Rio Grande do Norte no início dos anos 80, utilizando veículos desenvolvidos e adaptados para transitar em terrenos arenosos, com capacidade para quatro pessoas, compostos por uma carroceria de fibra de vidro, tração nas rodas traseiras, dando condição ao automóvel de realizar passeios por praias e dunas.
Durante dois anos esses passeios foram realizados de forma esporádica. Apenas em meados de 1983, o passeio de buggy passou a ter maior visibilidade. Na época em nenhum outro Estado existiam esses passeios.
Diante do crescimento substancial do serviço, em 1988 o Estado passou a intervir na atividade, com o intuito de estabelecer critérios para o seu exercício. Para tanto, foi criado um processo seletivo, um curso e instituída uma credencial emitida pela Secretaria de Turismo para aqueles que participassem e fossem aprovados, servindo de referência para os turistas.
Fonte: Site Governo RGN



Curiosidades


Qual o significado da palavra TURISMO?

A palavra deriva de tour, do latim tornare e do grego tornus, cujo significado é giro ou círculo. Turismo seria, portanto, o ato de partir e posteriormente regressar ao ponto inicial, sendo que o realizador deste giro é denominado Turista.

Significado de Turista

Indivíduo ou grupo de indivíduos que se deslocam do seu lugar de origem (moradia) para realizar viagem superior a 24h, usufruindo da infra-estrutura do local visitado, sem fixar residência ou renda, motivados por situações diversas (lazer, descanso, eventos, atividades).

O Turismólogo

O Turismólogo é o profissional de nível superior que conhece, analisa e estuda o turismo em sua totalidade.


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