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sábado, 26 de agosto de 2023

Descubra a Rota da Pororoca e desbrave três estados brasileiros em uma aventura única.

 Roteiro mostra as belezas e a valorização cultural dos estados do Pará, Amapá e Maranhão.

Roteiro proporciona diversas experiências para os turistas. Crédito: Rick Werneck

Uma experiência verdadeiramente empolgante entre as regiões Norte e Nordeste do país aguarda os turistas aventureiros e amantes da natureza na Rota Turística da Pororoca. Envolvendo os estados do Amapá, Maranhão e Pará, esta experiência única oferece uma combinação perfeita de adrenalina, paisagens deslumbrantes, preservação ambiental e a valorização da cultura local, proporcionando aos visitantes uma oportunidade de explorar a região de maneira inesquecível. Quer conhecer um pouco mais da rota? Vem com a Agência de Notícias do Turismo que a gente traz todos os detalhes.
 

Criada há cerca de 10 anos, a “Rota da Pororoca” é procurada, principalmente, pelos amantes do surf que desejam aproveitar um dos mais belos fenômenos naturais do mundo: o encontro do rio com o mar, chamado popularmente de Pororoca. Além do Amapá, Pará e Maranhão o evento natural acontece também em países como França, Inglaterra e China. A prática já é bem conhecida e foi até televisionada por várias emissoras do mundo, alcançando mais de 1 bilhão de pessoas. No Brasil, a pororoca é um dos principais impulsionadores do ecoturismo nos três estados, estimulando comércio e empresas locais, além do desenvolvimento sustentável dos atrativos.
 

O ministro do Turismo, Celso Sabino, destaca a importância da rota e sua contribuição para o fortalecimento do turismo nacional. “Essa rota é incrível e atrai aventureiros em busca de desafios emocionantes e, ao destacar a riqueza da biodiversidade e da cultura amazônica, contribui para a valorização das belezas naturais e tradições locais, enriquecendo o cenário turístico do Brasil e promovendo um turismo sustentável e autêntico”, disse.
 

AMAPÁ – Para começar essa aventura, a recomendação é que se comece o roteiro em solo amapaense. Informações da Associação de Guarda-Parques do Estado do Amapá dão conta de 12 pontos onde acontece a Pororoca ao longo dos cerca de 700 quilômetros do litoral local. A prática pode ser realizada no município do Amapá e também na capital Macapá.
 

O som do rugido das ondas gigantes é apenas um início para o espetáculo visual que se desdobra diante dos olhos dos visitantes na região. Surfar sobre as ondas da Pororoca é uma experiência de tirar o fôlego, com a adrenalina fluindo enquanto você navega pelas poderosas correntezas do rio. E para quem gosta de provar os sabores regionais, o turista pode provar um camarão Pitu ao molho de castanha-do-pará. Imperdível!
 

PARÁ – A terra do carimbó tem no arquipélago do Marajó o ninhal das Pororocas. O local possui sete Pororocas que chegam a quatro metros de altura, 50 minutos ininterruptos de onda, que possibilita a quebra de recordes mundiais na prática. UAU...é de tirar o fôlego!
 

O estado paraense também tem a capital da Pororoca: São Domingos do Capim, localizada a 115 km da capital, Belém. Por conta dos eventos relacionados à prática, o destino já recebeu mais de 30 mil visitantes, número quase 3 vezes maior que a quantidade de habitantes do local. A região ainda oferece uma rica variedade de pratos culinários locais, como o “Prato Pororoca”, composto por Filé de filhote com queijo de búfala.
 

MARANHÃO - A jornada continua no Maranhão, onde a rica biodiversidade da Amazônia se mistura com a cultura local única. O turista pode encontrar no rio Mearim, que passa pelas cidades de Anajatuba, Arari e Vitória do Mearim, um local esplêndido para o esporte.
 

Para quem não topa participar, mas quer conferir, de perto, esse rico fenômeno da natureza, os destinos possuem mirantes de observação: o Tabocal, Curral da Igreja e no Bomfim, onde os visitantes podem facilmente visualizar este fenômeno natural. Foi no estado que que o torneiro de surf na Pororoca ficou ainda mais diversificado, sendo realizado o primeiro campeonato feminino de prancha e o primeiro torneio de longboard.
 

Surfista da Pororoca há 20 anos, Noélio Sobrinho ressalta a importância de se contratar um guia ou agência que conheça bem o fenômeno e os atrativos locais. “Tem que ir com um profissional capacitado, que conheça a região. Pois, temos áreas que chegam a mais de 40 metros de profundidade, com riscos de afogamento, e outros pontos rasos, que podem ocasionar outros tipos de acidentes”, alertou.
 

ESPORTE, MEIO AMBIENTE E CULTURA – A Rota da Pororoca não se limita apenas às deslumbrantes ondas gigantes e à exuberante paisagem amazônica. Tem também muita cultura e natureza! Anualmente, a área ganha uma nova vida com a realização de festivais culturais, esportivos e de ações de proteção ao meio ambiente, que se tornaram marcos destacados no calendário da região. Esses festivais não apenas celebram a rica herança cultural e a diversidade das comunidades locais, mas também têm um compromisso com a conscientização ambiental.
 

Com atividades que vão desde exposições artísticas, oficinas de biojóias e apresentações musicais que promovem a cultura dos estados, os atrativos turísticos enriquecem a experiência dos visitantes, promovem uma compreensão mais profunda da relação próxima entre a natureza, a cultura e inspiram a ação coletiva para preservar e proteger esse tesouro natural que é a Amazônia.





Adaptação Carlos Regius

domingo, 6 de agosto de 2023

Ministro Celso Sabino aponta contribuição do turismo a comunidades tradicionais amazônicas

 Titular da Pasta participou neste domingo (06/08), em Belém (PA), de painel com a presença da Embratur que abordou o empoderamento de povos da floresta por meio do turismo sustentável.

Painel nos Diálogos Amazônicos abordou a contribuição do turismo a comunidades tracionais da região. Crédito: Roberto Castro/MTur

Os Diálogos Amazônicos, evento promovido pelo governo federal em Belém (PA) para definir estratégias sustentáveis à Amazônia, foram palco neste domingo (06/08) de um painel sobre a contribuição do turismo na área. O debate, que contou com as presenças do ministro do Turismo, Celso Sabino, e do presidente da Embratur, Marcelo Freixo, abordou o papel do segmento como ferramenta eficaz de sustentabilidade e de empoderamento das comunidades tradicionais amazônicas.

O titular do Ministério do Turismo citou ações do Governo Federal que ajudam a desenvolver um turismo efetivamente sustentável, com forte poder de inclusão social e aliado à defesa dos recursos naturais da região, levando desenvolvimento econômico a comunidades rurais, quilombolas e a povos originários. Dentre elas, os projetos Experiências do Brasil Rural e Experiências do Brasil Original, organizados em parceria junto aos ministérios da Agricultura e Pecuária, dos Povos Indígenas, da Igualdade Racial e a Universidade Federal Fluminense (UFF) e que trabalham a qualificação do turismo rural.

 

Celso Sabino garantiu empenho pelo fortalecimento do ecoturismo sustentável. “Não existe, ainda hoje, uma outra forma de preservação do meio ambiente, com exploração econômica, mais saudável, que preserve mais a natureza, do que com o turismo, o ecoturismo sustentável. Então, estamos incluindo esse termo e essa política no Plano Nacional de Desenvolvimento do Turismo, que está sendo elaborado pelo Ministério do Turismo. O ecoturismo sustentável será uma das bases sólidas, junto com o turismo de base comunitária e com outras práticas relacionadas ao turismo, que vão constar do plano”, adiantou Sabino.

 

O ministro Celso Sabino também ressaltou o caráter transversal do trabalho. “Por determinação do presidente da República, há um trabalho sistêmico e transversal, através do diálogo com o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério das Cidades, o Ministério dos Povos Originários, o Ministério das Mulheres, o Ministério da Integração Regional, a Secretaria de Patrimônio da União e o Incra. Isso vai proporcionar que o turismo possa servir como fonte de geração de renda para as populações da Amazônia. E para provar, para todo o mundo, que podemos preservar o meio ambiente e contribuir para que as mudanças climáticas, que têm se acentuado no planeta, possam receber um freio”, apontou Sabino, destacando, ainda, esforços do MTur no sentido de avançar na qualificação profissional na área em parceria com a Embratur e o Sistema S.

 

Já o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, frisou a importância de Belém e do estado do Pará no cenário de desenvolvimento sustentável. “Há um debate na sociedade sobre o papel de uma capital, como o Distrito Federal, no sentido da interiorização do Brasil. Eu tendo a crer que a gente tenha a construção de uma nova capital, que é Belém, que é o Pará. Simbolicamente, a gente tem uma nova capital sendo construída, que é a capital climática, a capital de um novo modelo de desenvolvimento”, observou.

 

O painel também contou com a participação de Hortência Osaqui, responsável pela Rota Amazônia Atlântica, do Pará, que integrou a 1ª edição do projeto Experiências do Brasil Rural. Osaqui enalteceu a contribuição do projeto ao desenvolvimento local. “Foram oito meses de capacitação, e depois, passamos por validação. E isso nos empoderou, isso nos deu um gás para continuar em uma caminhada só”, celebrou Hortência, que entregou ao ministro Celso Sabino alguns exemplares de produtos fabricados na região.

 

O debate reuniu, ainda, oradores a exemplo de Juliana Oliveira, chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério do Turismo, que abordou o papel do turismo como ferramenta de conservação da Amazônia, de valorização da cultura e de empoderamento feminino rural. O painel também envolveu o desenvolvimento do turismo de base comunitária e o turismo científico em áreas de manguezais amazônicos, entre outros temas.

 

CÚPULA - Os Diálogos Amazônicos, que reúnem representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de governos, constituem uma preparação para a Cúpula da Amazônia.

 

Durante a Cúpula, que começa na terça-feira (08/08), também em Belém, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e líderes de países amazônicos vão conhecer as propostas debatidas nos Diálogos Amazônicos, a fim de se definir ações integradas.






Adaptação Carlos Regius


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ecoturismo está na mira dos turistas da Copa

No Dia Mundial do Meio Ambiente, país se prepara para receber os turistas da Copa e mostrar aos visitantes as belezas naturais e atrações de ecoturismo

Imagem ilustrativa
Às vésperas do início da Copa do Mundo, com a chegada de 600 mil estrangeiros e 3,1 milhões de brasileiros, o país vem buscando formas de mostrar seus atrativos turísticos, entre eles, as inúmeras belezas naturais.
As praias brasileiras, os parques ecológicos, as cachoeiras e toda a natureza exótica vão constar entre os atrativos que os turistas devem visitar no país, além das cidades-sede. De acordo com estudo da Copa das Confederações, os estrangeiros visitaram pelo menos três municípios além das sedes dos jogos durante o torneio.
O Brasil é apontado pelo Fórum Econômico Mundial como o primeiro entre 140 países em recursos naturais. O ecoturismo, segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT), é o segmento que mais cresce no mundo (20% ao ano), enquanto o turismo convencional apresenta taxas menores (7,5% ao ano). A OMT estima ainda que pelo menos 10% dos turistas em todo o mundo sejam adeptos do turismo ecológico.
O Brasil é o país com maior biodiversidade do mundo, com 20% das espécies da terra, 800 mil quilômetros quadrados de áreas protegidas, 69 parques nacionais e duas das sete maravilhas do mundo: As cataratas do Iguaçu e a Floresta Amazônica. Além disso o país abriga 230 etnias indígenas que falam 182 línguas diferentes.
Um levantamento feito pelo Ministério do Turismo mostra que 46,8% de visitantes internacionais que vêm ao Brasil buscam lazer, especialmente com sol e praia, além de atividades de ecoturismo. “O potencial turístico brasileiro está voltado para as belezas naturais do país - e dentro do Plano Nacional do Turismo (PNT), do Ministério do Turismo, estão traçadas estratégias para fomentar cada vez mais este segmento”, diz o ministro Vinicius Lages, lembrando da diversidade brasileira e da data de hoje, 5 de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.
Recentemente, os ministérios do Meio Ambiente, do Esporte, do Turismo, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Desenvolvimento Agrário, além de organizações como o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), anunciaram ações conjuntas nas cidades-sedes da Copa, que estão alinhadas à agenda ambiental.
Em relação aos resíduos sólidos haverá coleta seletiva no entorno das arenas e nas festas oficiais feitas por catadores contratados e o material será encaminhado às cooperativas de reciclagem. Todos os estádios construídos seguiram modelos de gestão sustentável com vistas a receberem certificação internacional e pelo menos dez cidades das doze sedes receberão quiosques para o comércio de produtos orgânicos e da agricultura familiar, com produtores de vários biomas do país.
O Ministério do Meio Ambiente também lançou em abril deste ano, a Iniciativa Baixo Carbono na Copa, que conta com uma chamada pública às empresas brasileiras para doarem créditos de carbono para a compensação das emissões geradas pela realização do Mundial. As companhias receberão um Selo Baixo Carbono fornecido pelo MMA. Por último, com o slogan "Eu Cuido do Meu Destino", a campanha Passaporte Verde, do Ministério do Turismo, aproveita a Copa do Mundo para iniciar um trabalho voltado para que consumidores e empresários optem por práticas mais sustentáveis.
Clique aqui e ouça declaração do ministro Vinicius Lages sobre o grande potencial do Brasil para o ecoturismo.
Assessoria de Comunicação Social - Ascom/MTur



Curiosidades


Qual o significado da palavra TURISMO?

A palavra deriva de tour, do latim tornare e do grego tornus, cujo significado é giro ou círculo. Turismo seria, portanto, o ato de partir e posteriormente regressar ao ponto inicial, sendo que o realizador deste giro é denominado Turista.

Significado de Turista

Indivíduo ou grupo de indivíduos que se deslocam do seu lugar de origem (moradia) para realizar viagem superior a 24h, usufruindo da infra-estrutura do local visitado, sem fixar residência ou renda, motivados por situações diversas (lazer, descanso, eventos, atividades).

O Turismólogo

O Turismólogo é o profissional de nível superior que conhece, analisa e estuda o turismo em sua totalidade.


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