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quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

Crediamigo inicia plano de expansão e deve mais que dobrar número de unidades até 2025.

Com o objetivo de se aproximar ainda mais de seus clientes, o Crediamigo, programa de microcrédito produtivo e orientado do Banco do Nordeste, irá ampliar a sua estrutura de atendimento até 2025, saltando das atuais 473 para mil unidades, entre lojas, containers e pontos de apoio.

Primeira unidade do plano de expansão, na Feira de Caruaru, em Pernambuco.

A ampliação teve início ainda nos últimos dias de 2023, com a inauguração de uma unidade na Feira de Caruaru, em Pernambuco. A expansão deve contemplar todos os estados da área de abrangência do Banco, que inclui além da região Nordeste parte de Minas Gerais e Espírito Santo.

“Com a implantação de novas Unidades do Crediamigo e a redução da taxa de juros mensal já implementada no ano passado, estamos cumprindo o pedido do presidente Lula de priorizarmos os financiamentos voltados para os micro, mini, pequenos e pequenos médios empreendedores. Nossa meta é que, em 2024, este volume cresça de 51% para 62% dos nossos contratos”, afirmou o presidente do Banco, Paulo Câmara.

A expansão inclui ainda modernização, padronização e reposicionamento de algumas unidades já existentes. “Serão todas estruturas modernas, instaladas estrategicamente mais próximas dos clientes atuais e potenciais, facilitando assim o atendimento e ampliando a presença do programa”, destaca o superintendente do Crediamigo, Helton Chagas.

Resultados de 2023
O ano de 2023 foi um marco na história do Crediamigo. Além da comemoração dos 25 anos do programa, considerado referência em eficiência na América Latina, o destaque foi a redução da taxa de juros mensal, que passou de 3,2% a 1,94%, após três reduções ocorridas durante o ano. No acumulado, a queda dos juros foi de 39,37%.

Foram R$ 10,64 bilhões desembolsados, por meio de 3,55 milhões de operações, beneficiando mais de 2,1 milhões de clientes. Outro marco de 2023: do total emprestado, mais de R$ 2,1 bilhões foram do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o maior volume anual já contratado com essa fonte de recursos na história do programa.

“Essa contribuição do FNE foi essencial para impulsionar nossos resultados e fortalecer o apoio aos microempreendedores na região. Estamos comprometidos em trabalhar fortemente e com muita responsabilidade a inclusão social e geração de ocupação e renda por meio de nossos programas de microcrédito", destaca Paulo Câmara.







Adaptação: Carlos Regius

Brasil é considerado o 15º país mais seguro para viajar em 2024 e o primeiro na América do Sul

 O país também se destacou, sendo o local mais seguro para viajar em termos de saúde, ficando à frente de países como Portugal e França.

Crédito: Arquivos MTur

O Brasil subiu 27 posições no ranking global entre os países mais seguros para viajar em 2024. Na classificação mundial, o país ficou na 15ª posição, sendo o único representante da América Latina a figurar a lista. A informação é de uma pesquisa recente feita pela seguradora americana Berkshire Hathaway Travel Protection.

No último levantamento, realizado em 2023, o Brasil ocupava o 42º lugar na lista. Essa melhoria na classificação pode ser atribuída a uma série de esforços e investimentos em medidas de segurança pública e turística do governo federal, destacando o compromisso do país em oferecer uma experiência segura e agradável aos visitantes.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, destaca o bom resultado obtido nas regiões das Américas. “Além do crescimento na percepção da segurança que nos fez chegar a uma posição inédita, lideramos o ranking na América do Sul e estamos em segundo lugar, atrás apenas do líder Canadá, quando falamos das Américas”, disse. Na pesquisa, o país se destacou no ranking dos destinos mais seguros para viajar em termos de medidas de saúde. Nela, o Brasil ficou em 8º lugar, à frente de países como Portugal e França.

“O Brasil é um país vasto e diversificado, conhecido por suas belezas naturais, cultura rica e povo acolhedor. Isso, por si só, já faz do Brasil um destino popular no cenário internacional. Com essa visão, estamos trabalhando para tornar, cada vez mais, as áreas turísticas seguras, com a implementação de políticas públicas integradas entre todos os setores do governo”, reforçou Sabino.

Ainda de acordo com o levantamento, o Brasil emergiu como um destino turístico mais seguro em 2024, no contexto de viagens, onde o país é um território livre de terrorismo, com destinos protegidos de eventos climáticos extremos, com infraestrutura sólida para prevenir acidentes nas estradas e regiões onde viajantes da comunidade LGBTQIA+ se sintam seguros e confortáveis.

“Esse cenário não apenas fortalece a imagem do país no cenário internacional, mas também promove um ambiente propício para o crescimento sustentável e econômico do nosso setor”, finalizou o ministro.

A PESQUISA - A Berkshire Hathaway Travel Protection, empresa responsável pela pesquisa, é uma companhia especialista em seguros de viagem, que desenvolve o estudo desde 2016, baseado de acordo com perguntas feitas aos próprios viajantes, que leva em conta diversos tipos de segurança, desde guerras e violência urbana a eventos climáticos extremos.

Para consolidar a última lista, a seguradora entrevistou 1.702 viajantes, que precisavam ter visitado os países classificados nos últimos cinco anos. As informações obtidas são somadas a outros índices e informações, como por exemplo, o Índice de Paz Global e as pontuações do GeoSure Global sobre principais cidades de cada país.




Adaptação: Carlos Regius

 

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Seis capitais brasileiras estão no ranking das cidades mais promissoras do mundo.

 A Pesquisa 2023 Global Cities Report leva em conta o desempenho atual e o potencial das cidades para atrair e reter investimentos.

Seis capitais brasileiras estão no ranking das cidades mais promissoras do mundo. Crédito: MTur Destinos
São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador são as capitais brasileiras que compõem a lista das 156 cidades mais promissoras do mundo. A pesquisa 2023 Global Cities Report, da consultoria global Kearney, foi divulgada no começo de janeiro deste ano. O estudo anual mede o desempenho atual e o potencial das cidades para atrair e reter investimentos, pessoas e ideias. O relatório indica a crescente distribuição geográfica das oportunidades.

Com relação a 2023, a pesquisa se concentrou nas transformações sociais, geopolíticas e tecnológicas que desafiam a hierarquia tradicional das cidades globais e criam uma geografia de oportunidades mais amplamente distribuída. O relatório explora os desenvolvimentos que influenciam as trajetórias dos locais, dando visibilidade, por exemplo, aos aspectos como a revolução do trabalho remoto e a aceleração no uso de tecnologias como a Inteligência Artificial.

 No ranking, São Paulo ocupa a primeira posição entre as brasileiras ficando com a 46ª posição, seguida por Rio de Janeiro em 76º, Belo Horizonte em 111º, Porto Alegre em 115º, Salvador 124º e Recife fechando a lista em 131º. As capitais também apareceram na divulgação de anos anteriores.
 
ECONOMIA - O Turismo vem contribuindo, cada vez mais, com o desenvolvimento econômico e social das cidades brasileiras. Para potencializar os atrativos nacionais, o governo federal tem investido na melhoria da infraestrutura turística apoiando obras que aprimoram o atendimento a visitantes, como urbanização de orlas, pavimentação de vias e construção de centros de convenções. Em 2023, o Ministério do Turismo entregou mais de 500 obras em todo o Brasil, com um investimento federal de R$ 380 milhões.
 Outra importante ação implantada pelo MTur no ano passado foi a ampliação e facilitação de acesso a financiamentos com as melhores condições de mercado. Por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), foram liberados, no ano passado, cerca de R$ 1,2 bilhão para empreendedores incrementarem seus negócios. Os recursos permitem a realização de obras, aquisição de equipamentos e a obtenção de capital de giro.
 
MAIS ATRATIVO - As melhorias na infraestrutura turística das cidades também ajudam a atrair mais turistas estrangeiros para o país. Em novembro de 2023, o Brasil registrou um recorde histórico de mais de R$ 3 milhões deixados no Brasil por esses visitantes. No acumulado de 2023, o montante chegou a R$ 30,8 bilhões, incremento de 40,3% em relação ao período de janeiro a novembro do ano anterior, de acordo com levantamento do Banco Central. O recorde anterior havia sido registrado em 2011, quando o montante chegou a R$ 2,669 bilhões.
 Até novembro de 2023, último dado disponível no Painel de Chegadas da Embratur, mais de 5,2 milhões de visitantes estrangeiros desembarcaram no Brasil. Esse é o melhor resultado nos últimos três anos para o setor. O mês de novembro registrou a segunda maior chegada de turistas internacionais da história - com 504.395 visitantes - perdendo apenas para o 11º mês de 2015.




    Adaptação: Carlos Regius

terça-feira, 31 de outubro de 2023

Turismo no Brasil cresce e acumula R$ 121 bilhões entre janeiro e agosto.

 De acordo com pesquisa da Fecomércio, em 2023, o setor de turismo projeta um crescimento de 11,5% a mais que em 2022

Crédito: Caio Vilela/MTur

O turismo nacional segue em ascensão. Só de janeiro a agosto desde ano o setor acumula um faturamento de mais de R$ 121 bilhões, cerca de R$ 12 bilhões a mais que o mesmo período de 2022. Os dados são da pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio/SP).
 

Ainda de acordo com a pesquisa, o setor de turismo projeta um crescimento de 11,5% em 2023, em relação ao ano passado. Os números demonstram a recuperação do setor após a pandemia de Covid-19.
 

Segundo o ministro, Celso Sabino, a projeção é fruto de ações integradas que vêm sendo desenvolvido pelo MTur, secretarias regionais e municipais, além do trade turístico. “Estamos trabalhando para alavancar ainda mais esse crescimento, apostando em toda estrutura área do país, na sustentabilidade como fomento do turismo nacional e na geração de empregos para crescimento econômico”, destacou.
 

As empresas de transporte aéreo de passageiros foram o grande destaque e movimentaram 8,2 milhões de pessoas no mês de agosto, acumulando receitas em torno de R$ 3,9 bilhões, o maior registro da série histórica da Fecomércio/SP, iniciada em 2011. Na comparação do faturamento do setor entre janeiro e agosto, a alta foi de 17,1% em relação a 2022.
 

Os meios de hospedagem também puxaram os números para cima, ao avançar 9,8% e faturar R$ 1,6 bilhão em agosto. Entre as atividades que também registraram aumento, estão as culturais, recreativas e esportivas (2,7%) e as agências, operadoras e outros serviços de turismo (2,5%).
 

RANKING - Em agosto, os estados que tiveram maior movimentação turística foram Alagoas (16,3%), seguido pela Paraíba (15,3%), que também registrou a maior alta entre janeiro e agosto (16,5%). Já na Região Norte, Roraima teve aumento de 14%.
 

TURISMO CORPORATIVO - A volta da agenda do mercado de turismo corporativo, com feiras e eventos, também tem sido um importante motor. No período de janeiro a agosto, o setor apontou um incremento financeiro de mais de R$ 12 bilhões em comparação ao mesmo intervalo de 2022, com alta de quase 11%.

 

Imprensa MTur

Adaptação Carlos Regius

quarta-feira, 7 de junho de 2023

Recuperação de turismo e demanda por serviços levam franquias a crescer 17,2% no 1ºTRI, aponta pesquisa da ABF

No acumulado de 12 meses, franchising brasileiro cresceu 16,1%
Todos os 12 segmentos do setor cresceram no trimestre, com destaque para Hotelaria e Turismo; Saúde, Beleza e Bem-Estar e Alimentação Food Service. Operações em rua representam mais da metade dos pontos de venda de franquias e as localizadas em shoppings voltam a ganhar participação.



A recuperação mais prolongada da área de turismo (com demanda reprimida e elevação do tíquete médio), a demanda por serviços e o grande arrefecimento da pandemia (em 2022 houve a Omnicron neste período) levaram o mercado de franquias a registrar um crescimento de 17,2% em seu faturamento nominal no 1º trimestre de 2023 em relação ao mesmo período do ano passado. A receita passou de R$ 43,380 bilhões para R$ 50,854 bilhões. A pressão de custos, o comportamento ainda oscilante dos consumidores e o reequilíbrio de compromissos financeiros da pandemia, porém, continuam a ser desafios para o setor. É o que aponta a Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising referente ao primeiro trimestre deste ano, realizada pela ABF – Associação Brasileira de Franchising.
Na comparação com o primeiro trimestre de 2019 (antes da pandemia), o incremento na receita chega a 22,6%. Já em relação ao faturamento do setor no acumulado de 12 meses, a alta foi de 16,1%, cuja receita avançou de R$ 188,568 bilhões para R$ 218,962 bilhões – um patamar superior ao período pré-pandemia, com destaque para a receita que ultrapassou a barreira dos 200 bilhões de reais. Os dados da ABF apontam, ainda, que são cinco trimestres seguidos de crescimento do setor.

De acordo com Tom Moreira Leite, presidente da ABF, “esse crescimento superior a 17% é a melhor performance já registrada em um primeiro trimestre do ano, marcando mais uma vez trajetória de recuperação do setor de franquias, já pontuada nos estudos anteriores. Ficam sinalizados também os avanços dos players do setor com mais investimentos na digitalização dos negócios, omnicanalidade, em fazer mais com menos, mantendo ganhos de escala, entre outros fatores. Mas alguns desafios se mantêm, como um mercado mais competitivo e instável, com um consumidor mais exigente, a recuperação do tíquete médio, impactado pelos descontos para manutenção da demanda ao longo da pandemia, além dos reflexos das incertezas no campo macroeconômico, a inflação e juros em níveis elevados e a histórica dificuldade na obtenção de crédito”.

O presidente da entidade ressalta ainda “por isso a urgência das reformas, especialmente a Tributária, para tornar o ambiente de negócios mais equilibrado no Brasil, abrindo caminho para a queda do juro básico e a retomada de um crescimento mais robusto, o que levaria o franchising a criar mais empregos e renda”.

Dentre os fatores que contribuíram para este desempenho no 1º TRI, estão a retomada mais forte das atividades presenciais (principalmente viagens, eventos e confraternizações), o forte arrefecimento da pandemia, a demanda por serviços e a recuperação mais prolongada de Turismo e Hotelaria.

Expansão

A pesquisa da ABF mostrou que as redes se mantiveram em expansão no período analisado. Os dados revelam que houve um aumento de 5% na abertura de unidades e o encerramento foi de 2,6%, resultando num saldo positivo de 2,4%, um pouco maior em relação ao primeiro trimestre do ano passado, que foi de 1,8%. Já os repasses ficaram estáveis, com índice de 1,0% contra 0,8% no período anterior. A variação no primeiro trimestre de 2023 representou um acréscimo de 10.641 operações de franchising no País em relação ao mesmo período de 2022, totalizando 184.411 operações.

Todos os segmentos crescem

Todos os 12 segmentos elencados pela ABF cresceram no período pesquisado. O segmento que apresentou maior variação positiva foi Hotelaria e Turismo, com um faturamento 37,5% maior frente ao primeiro trimestre do ano passado. Após o período de pandemia, que limitou os deslocamentos físicos, o segmento apresentou um acentuado crescimento, apoiado principalmente no atendimento da demanda reprimida e no aumento do tíquete médio por transação.

Saúde, Beleza e Bem-estar, com alta de 27%, e Alimentação Food Service, cuja receita cresceu 21,2%, vêm em seguida. Esse bom desempenho está relacionado à continuidade da procura por serviços voltados à saúde, satisfação e ao cuidado pessoal, e a combinação de vendas no salão e via delivery no caso de food service. Constituem um denominador comum a estes segmentos o aumento expressivo do faturamento médio por unidade, a expansão do número de marcas e a abertura de novas operações.

Na sequência, também se destacaram Limpeza e Conservação, com faturamento 19,2% maior comparado ao primeiro trimestre de 2022, e Alimentação – Comercialização e Distribuição, cuja receita cresceu 18,6%.

Operações em rua predominam e em shoppings voltam a crescer

A pesquisa da ABF indicou também uma predominância das operações de franquias em ruas, com um pouco mais da metade delas neste formato. Segundo o levantamento, houve uma ligeira alta da participação desses pontos de venda (PDVs) no período analisado, passando de 51,7% para 52,0%. As operações em shopping centers vêm em segundo lugar, também com uma alta, de 20,0% para 22,2%.

Outros formatos apresentaram maiores variações quanto à localização das franquias: Supermercados/Galerias, que saltaram de 2,6% para 4,2%; Terminais de Transporte, de 0,9% para 2,0%; Strip Mall, de 0,4% para 1,7%, e Virtual, de 0,8% para 2,7% - estes dois últimos tipos de localização, aliás, foram analisados pelo segundo ano consecutivo.

Já as operações Home Based tiveram um decréscimo na participação em relação aos demais formatos, passando de 14,8% para 10,1%, como um possível reflexo do término do isolamento social. As unidades localizadas em pontos comerciais menos tradicionais, classificados como “Outros” (Prédios comerciais, Postos de combustível – Conveniência –, Condomínios residenciais, Store in Store, Hospitais e Clubes esportivos) também apresentaram uma redução na participação no período pesquisado, passando de 8,7% para 5,2%.

Para o presidente da ABF “flexíveis como são, as redes de franquias se adaptaram rapidamente à realidade imposta pela pandemia, quando houve um aumento do número de unidades home based, como demonstrou o levantamento no ano passado. Agora, o crescimento das operações em pontos físicos, como ruas, shoppings, supermercados e galerias, e também as virtuais, revela que as redes permanecem atentas às oportunidades do mercado e estão cada vez mais onde o consumidor está”, observa Moreira Leite.

Perfil dos novos franqueados

O estudo trimestral da ABF traçou pela segunda vez o perfil dos novos franqueados (de acordo com a percepção dos franqueadores). “Empresário procurando novas oportunidades” permanece liderando e cresceu, com participação de 34,9% ante 29,0% no primeiro trimestre do ano passado. O perfil de “Investidor” manteve-se estável, passando de 17,8% para 17,9%. Já os grupos de empreendedores que buscam uma franquia “Como opção de carreira”, “Complemento de renda ou vendas” e “Alternativa de ocupação ou vendas” tiveram um decréscimo, com proporções similares, possivelmente um reflexo da recuperação da taxa de emprego e a atividade econômica de forma geral. Já o perfil de “Aposentado” teve uma alta de 1,6% para 2,3%.

Uma ótima oportunidade de constatar esse movimento do setor de franquias brasileiro é a ABF Franchising Expo, maior feira de franquias do mundo, que será realizada de 28 de junho a 1º de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo. Integrante da ABF Franchising Week, semana de imersão no universo das franquias, a ABF Franchising Expo reuniu cerca de 400 marcas expositoras e recebeu uma visitação de 60 mil pessoas em sua última edição. Neste ano, são mais de 400 expositores e a expectativa é que o evento atraia um público superior a 60 mil pessoas. A organização vem recebendo também muitas franquias estreantes no evento, tanto que estima que deve fechar sua lista com cerca de 25% de marcas expondo pela primeira vez. Os ingressos já estão à venda, com descontos na compra online. Para obtê-los, basta clicar aqui.

Metodologia

A Pesquisa de Desempenho do Franchising referente ao 1º trimestre de 2023 envolveu uma base amostral com redes respondentes que representam cerca de 31% das operações e 37% do faturamento do setor. Abrangendo o mercado como um todo, inclusive não associados, os números do desempenho do setor de franchising são apurados em pesquisa por amostragem, cruzados com levantamentos feitos por entidades representantes de setores correlatos ao sistema de franquias, órgãos de governo, instituições parceiras e de ensino. Auditados por empresa independente, os dados divulgados pela ABF são referência para órgãos governamentais de diversas esferas, entidades internacionais do franchising, como World FranchiseCouncil (WFC), Federação Ibero-americana de Franquias (FIAF) e instituições financeiras.

Sobre a ABF

A ABF – Associação Brasileira de Franchising é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1987, que representa oficialmente o sistema de franquias brasileiro. O setor registra um faturamento anual superior a R$ 211,488 bilhões em 2022, mais de 184 mil operações e cerca de 3.000 marcas de franquias espalhadas por todo o Brasil. Além disso, o franchising brasileiro responde por aproximadamente 2,7% do PIB e emprega diretamente mais de 1,5 milhão de pessoas. Atualmente com cerca de 1.650 associados e cobrindo todo o território nacional por meio da seccional Rio de Janeiro e de regionais (Centro-Oeste, Interior de São Paulo, Minas Gerais, Nordeste e Sul), a entidade reúne franqueadores, franqueados, advogados, consultores e demais fornecedores e stakeholders do setor. Não sendo um órgão regulador, o propósito da ABF é fomentar o franchising brasileiro, nacional e internacionalmente, para que ele se mantenha próspero, sustentável, inovador, inclusivo, íntegro e ético. A Associação dedica-se a aperfeiçoar o sistema de franquias brasileiro por meio da capacitação de pessoas em diversos cursos presenciais e on-line, do estímulo à inovação, da disseminação das melhores práticas, da representação junto às diversas instâncias públicas e divulgação dos resultados do setor.







Adaptação: Carlos Regius

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Com a proximidade do Carnaval, especialista dá dicas para economizar e aproveitar a folia.

Com inflação ainda latente, educadora financeira Aline Soaper dá dicas de
planejamento financeiro para quem vai viajar, assim como de economia nas compras de comidas, bebidas e fantasias, além de gastos com transporte.


Em algumas cidades, os foliões já esquentam os tamborins para a folia de Carnaval, que acontece esse ano entre os dias 17 e 22/02. Depois de quase dois anos de pandemia, em 2023 será o primeiro ano que as cidades brasileiras “flexibilizam” de vez as regras sanitárias. No entanto, viemos de um 2022, onde a inflação foi uma das maiores vilãs dos brasileiros: com uma taxa de 5,79% acumulada no ano, puxada principalmente pelos alimentos e bebidas. Os preços de combustíveis e passagens aéreas também pesaram no bolso. Diante disso, o desejo para esse ano é aproveitar a folia com economia. Por isso, a educadora financeira Aline Soaper explica que saber sua condição financeira é essencial para conter os gastos. Além disso, a especialista em finanças pessoais oferece dicas para aproveitar o Carnaval gastando menos.
Com o cenário de inflação, o Carnaval pode pesar no bolso dos brasileiros. A pesquisa “Rio de Janeiro a Janeiro”, elaborada pela FGV em 2022, revelou que o gasto médio dos brasileiros, que viajaram para o Rio de Janeiro, foi de pouco mais de R$ 1.500, considerando hospedagem, alimentação, transporte, entretenimento e compras -- com permanência de 6 dias, considerando turistas nacionais. O Carnaval em Belo Horizonte, em 2023, vai custar cerca de R$ 1.000 por dia para os turistas, segundo o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (SindiHBaRes), considerando hospedagem, alimentação e no transporte dos visitantes. Em 2019, antes da pandemia, uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostrou que gasto médio com a folia foi de R$ 634,00 -- incluindo bebidas e comidas fora de casa. “Mas é claro que esse gasto médio depende da sua programação, se você for viajar vai gastar mais, se vai optar por ficar na sua cidade, os custos diminuem”, alerta a educadora financeira Aline Soaper.

A educadora financeira, Aline Soaper

“No Carnaval, você pode gastar muito, caso resolva viajar em cima da hora e, principalmente, para algum lugar mais longe. O ideal seria ter um planejamento para a data e nunca decidir por impulso. Quem vai viajar, pode adotar ainda algumas posturas para não estourar o orçamento, assim como quem ficará na cidade onde mora. De maneira geral, o que indico é ver a programação do Carnaval, de onde você pretende ir, e planejar as maneiras mais baratas de se locomover, como ônibus e dividir gastos de combustível com os amigos, por exemplo. Se for para os blocos de Carnaval, vale identificar pontos para comer e beber, ou até mesmo planejar de levar uma bolsa térmica com alguns lanches”, recomenda Aline Soaper.

A educadora dá algumas dicas de como planejar o orçamento para a folia e economizar. Confira algumas dicas da especialista para economizar nas compras de comidas, bebidas e fantasias e nos gastos com transporte:

  • Como planejar o orçamento para a folia

“O ideal é saber quanto dinheiro você poderá gastar, sem esquecer das despesas fixas do mês (como contas de aluguel, luz, água, etc). Também definir a quantia disponível: se você tem uma viagem programada, terá as despesas com alimentação e transporte. Para isso tem alguns aplicativos permitem cadastrar metas financeiras e despesas, mas dá pra usar uma planilha ou anotar tudo no papel”, explica Soaper.

  • Se pretende viajar (programado ou não)

“Se essa viagem for em grupo é importante resolver e dividir gastos antes, para evitar impulsos do grupo e reduz o risco da alta de preços. Se a viagem é de última hora vale recorrer aos aplicativos onde pessoas oferecem suas casas de forma gratuita, cedendo um sofá, uma cama ou um colchonete, ou aplicativos de carona. Mas lembre-se de deixar amigos e familiares avisados sobre isso. Em qualquer viagem, tenha uma planilha atualizada com os gastos”, recomenda a educadora financeira.

  • Transporte, comidas e bebidas

“Se você vai viajar em carro próprio, lembre-se de calibrar os pneus e fazer revisão no veículo, isso evita imprevistos e economiza combustível inclusive. Se não tiver carro, uma boa opção é alugar junto aos amigos, por que qualquer imprevisto já estará coberto pelo seguro, e dá pra dividir o combustível. Se o orçamento não der, já pesquise as linhas de ônibus que você vai usar para ir para a folia. Juntar os amigos para comprar bebidas em depósitos é uma boa ideia para economizar. Se vocês alugaram uma casa, na hora da comida a regra é: faça uma lista com o básico, e planeje algumas refeições em casa mesmo e os lanchinhos para a folia”, explica Aline Soaper

  • Como economizar nas fantasias

“Antes de comprar algo, veja no armário tudo que sobrou de anos anteriores e avalie o que pode ser reutilizado, recombinado para gerar novas fantasias ou itens que podem virar fantasias legais. Também vale trocar fantasias com os amigos (as). Considere usar itens como uma saia de tule preta, que você usou no Halloween, por exemplo. Se vai confeccionar uma fantasia, busque lojas de comércio popular da sua cidade. E sempre peça desconto, principalmente em compras à vista. Dá para customizar camisetas ou fazer próprio adereço, mas veja se você tem habilidade para isso, senão vai acabar jogando dinheiro fora. Se você quer caprichar um pouco mais, também é possível comprar fantasias de segunda mão em lojas especializadas ou na internet”, recomenda a educadora financeira.

  • Na hora de cair na folia

Faça refeições reforçadas antes de ir para festas e blocos, a fim de diminuir os gastos nas ruas. Leve pacotes de amendoins, barras de cereais, frutas e/ou biscoitos, mas cuidado com os alimentos que podem estragar. As bebidas também podem ser levadas de casa, em coolers ou isopores. Não saia com cartões de crédito, pois eles disfarçam gastos. Com dinheiro vivo, é mais fácil respeitar os limites pré-estabelecidos. Também dá pra apostar em um cartão pré-pago, onde você já coloca o valor que pretende gastar na folia”, finaliza Aline Soaper.


Sobre Aline Soaper:

Fundadora do Instituto Soaper de Treinamentos de Desenvolvimento Profissional e Pessoal (Efinc), Aline Soaper é formada em Direito, com pós-graduação em Direção e Orientação Educacional. Há sete anos, a carioca atua como educadora financeira e formadora de outros especialistas nesta área. Empreendedora desde os 17 anos de idade, Aline era proprietária de uma escola de Educação Infantil, no Rio de Janeiro, em que atendia cerca de 150 alunos e gerenciava uma equipe de 45 pessoas. Ao perceber a dificuldade dos pais em pagar as mensalidades devido aos problemas financeiros, Aline decidiu mudar de vida e se especializar no ramo de finanças pessoais. No ano de 2015, iniciou sua atuação como educadora, oferecendo atendimentos individuais, palestras, treinamentos e cursos para o público-final (empresários, analistas etc). No final de 2018, criou o Efinc, que hoje forma educadores financeiros e consultores de negócios pelo Brasil e o mundo.


Por Ana Carolina






Adaptação: Carlos Regius

domingo, 15 de janeiro de 2023

Turismo | 87% tem os destinos nacionais no topo da lista de viagens de 2023

 Uma pesquisa sobre consumo de viagens para 2023 revela que 3 em cada 10 brasileiros querem ir aos EUA ainda no próximo ano. Além disso, 87% das pessoas que pretendem viajar, têm o Brasil como destino.

Crédito: oxana v | Unsplash 

São Paulo, Janeiro de 2023 - Além de todas as metas que estipulamos para um próximo ano, viajar, arrumar a mala e cair na estrada é uma prioridade para mais da metade dos brasileiros, segundo pesquisa da Hibou - empresa de pesquisa e insights de mercado e consumo. O estudo “Turismo - 2023'' identificou os comportamentos e expectativas de viagens a partir de painel digital com mais de 1200 brasileiros.
 

53% da população pretende viajar em 2023, mas 19% dos brasileiros ainda estão decidindo. E quem gostaria e, infelizmente, não pode? 21% sentem vontade de viajar, mas não vão; e 8% não querem e nem pretendem sair de casa. De carro ou avião? 85% das pessoas se sentem seguras com meio de transporte aéreo.
 

Malas prontas já no primeiro semestre de 2023. 67% dos brasileiros gostariam de viajar entre dezembro deste ano até julho do ano que vem. Sendo 16% em dezembro/22 e janeiro/23, cada; 6% em fevereiro; e 29% até julho. A partir de julho estão 18%.
 

Destinos nacionais despontam!

Como destino predileto, o Brasil desponta com 87% das intenções. Destes, 60% pretendem fazer passeios por outros Estados, enquanto 27% pretendem curtir o Estado em que moram. A Europa também está na mira e é uma preferência para 23%. Os demais destinos citados foram América do Norte (11%), América Latina (7%). África, Austrália/Oceania e Ásia (3%, cada), Outros (2%). 7% ainda estão indecisos.
 

Destino internacional: EUA

53% dos brasileiros pretendem visitar os EUA e 3 em 10 turistas planejam ir até 2023. O Top 3 norte americano é formado por New York (68%), Orlando (64%) e Miami (53%). A América Airlines está no topo das companhias preferidas para ir aos Estados Unidos por 37% e, entre os motivos que fazem os brasileiros optarem por uma determinada companhia é formado por melhor serviço/atendimento (39%); o melhor preço (33%) e as melhores aeronaves (30%).
 

Ao viajar para os EUA, os turistas têm em mente as inúmeras possibilidades de aproveitar as atividades, os destinos urbanos misturam lugares e boas compras: parques (65%), compras (61%), prédios famosos (52%), gastronomia (48%), locais históricos (42%), passeios personalizados (41%), museus (35%), shows (26%), locações de filmes e séries famosas (9%) e esportes (8%).


Finanças e as Férias tão desejadas

A situação financeira é uma preocupação no momento de organizar uma trip e foi apontada por 60%; outros fatores como a economia atual do país (21%) e a cotação do dólar (17%) também estão no radar. Como herança da Covid19, há 14% que temem a pandemia e outras doenças que têm surgido em menor escala; e 10%, observam a garantia na higiene dos transportes, locais, manuseio de malas. 26% encaram como desafio conciliar as agendas e encontrar uma data disponível devido a compromissos, trabalho, calendário escolar, entre outros.
 

COVID19 volta a preocupar

Vale lembrar que muitos brasileiros ainda estão atentos aos cuidados com a COVID19 e suas variantes. Assim, os viajantes consideram importante que as empresas sigam protocolos de biossegurança.
 

Os kits de higiene com álcool em gel, por exemplo, inspira segurança para 58%, bem como a embalagem individual dos alimentos entregues nos voos (46%); o uso de máscaras por equipes de atendimentos (43%); higienização de bagagem ao chegar ao destino (25%);Também foram considerados pontos positivos de biossegurança: Maior digitalização que evita papéis e concentra tudo no celular (36%); Higienização de carros para transfer ou deslocamentos a cada viagem (36%) e impedimento de aglomeração em restaurantes (34%), são outros exemplos.
 

A escolha do destino põe a mesa sim!

O destino brasileiro remete muito a história e boa comida. Quando selecionam suas viagens nacionais, os brasileiros prezam por gastronomia (63%), em primeiro lugar. Além disso, os locais históricos (58%), passeios personalizados (47%) e parques (40%), estão na lista de atividades a fazer durante a viagem. Já as compras estão na preferência de 32% deles.
 

Se tem uma coisa que o Brasileiro não deixa para última hora é…

Os preparativos de viagem de 40% dos brasileiros começam entre 3 e 6 meses antes de seguirem rumo ao destino. Para 23% o período de 1 a 3 meses é suficiente e 11% preparam apenas 1 mês antes de embarcarem. Para 20% um ano antes é o ideal e 5% optaram por se programarem com mais de um ano de antecedência.
 

As empresas de turismo, passeios e o setor da hotelaria devem começar o quanto antes as suas ativações. Com uma grande parcela de brasileiros se preparando para viajar nos próximos seis meses, essa é a hora de criar campanhas efetivas com promoções agressivas e atrativos que impactem”, sugere Ligia Melo, coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou.
 

Brasileiro fica em média 1 semana viajando

Os brasileiros querem curtir ao máximo seus dias de viagem e o período perfeito permeia uma semana. Para 43%, o ideal é de 5 a 8 dias, e até 4 dias, para 8%. Entre aqueles que têm mais tempo para ficar na cidade escolhida, o ideal é de 9 a 12 dias é o ideal (22%); 13 a 16 dias (17%); 17 a 20 dias (5%); 25 dias ou mais (4%).
 

¼ das pessoas buscam hospedagem por aluguel de casa ou apartamento

O sonho de quem viaja é assegurar que não surjam imprevistos que gerem dor de cabeça. Assim, na hora de escolher a hospedagem, hotéis de uma rede conhecida é a preferência de 47% dos brasileiros; 25% buscam por aluguel por temporada, seja casa ou apartamento; e 11% preferem hotel boutique ou independente.
 

Ranking das preocupações dos brasileiros na hora do planejamento

Ao planejar a viagem, 4 entre 10 tópicos observados estão relacionados às finanças. A maior parte dos turistas (57%) levam em consideração a estação do ano e o clima do destino, porém, o bolso está em evidência e os brasileiros observam:


Orçamento final - 50%

Forma de pagamento - 48%

Pacote promocional - 42%

Cotação do dólar - 16%


Os demais pontos são o roteiro envolvendo tudo que desejam conhecer (42%); passagens com possibilidade de remarcação (21%); pacote de parques/locais turísticos (20%); shows ou eventos na cidade e roteiros de compras (6%, cada).
 

Metodologia

A pesquisa “Turismo - 2023” foi conduzida pela Hibou em Novembro de 2022, por painel digital. 1289 brasileiros maiores de 18 anos participaram do estudo, que apresenta 2,7% de margem de erro.
 

Sobre a Hibou
Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e insights de mercado, atuante há mais de 15 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor. A empresa produz conteúdo qualificado utilizando ferramentas proprietárias para aplicação de pesquisas e análises de profissionais com mais de 25 anos de experiência. A Hibou oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; de profundidade; de campo; dublê de cliente; desk research; monitoramento de comportamento e insights; presença de marca; expansão de região; expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo.


Por Priscila Saraiva




domingo, 19 de maio de 2013

Pesquisa realizada aponta os piores aeroportos do Brasil


Cuiabá, Rio, Manaus e Brasília têm piores aeroportos, diz pesquisa
Levantamento do governo avaliou 15 aeroportos que atendem sedes da Copa.
Segundo ministro, objetivo é melhorar atendimento em todo o país.


Uma pesquisa realizada pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República e obtida com exclusividade pelo Jornal Nacional aponta os aeroportos de Brasília, de Manaus, do Galeão (Rio de Janeiro) e de Cuiabá com as piores avaliações entre os que atendem às 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.
O levantamento foi realizado em 15 aeroportos, sendo 14 nas 12 sedes mais o de Campinas, que também atende à cidade de São Paulo. Juntos, os 15 aeroportos representam 81% da movimentação de passageiros no país.
Aeroporto
Nota
Curitiba (PR)
4,21
Recife (PE)
4,14
Fortaleza (CE)
4,14
Natal (RN)
4,12
Porto Alegre (RS)
3,98
Salvador (BA)
3,89
Congonhas (SP)
3,86
Santos Dumont (RJ)
3,85
Guarulhos (SP)
3,67
Campinas (SP)
3,65
Confins (MG)
3,61
Brasília (DF)
3,58
Manaus (AM)
3,51
Galeão (RJ)
3,51
Cuiabá (MT)
3,46
Foram ouvidos 21 mil passageiros no primeiro trimestre deste ano que opinaram sobre 41 itens, como limpeza de banheiros, tempo de espera em filas, segurança, qualidade das informações repassadas, cortesia dos funcionários, valor de produtos de alimentação, custo de estacionamento e acesso à internet.
Os passageiros puderam dar nota entre 0 e 5 para cada item. Confira ao lado a média de cada aeroporto.
O aeroporto de Cuiabá ficou com as piores notas em disponibilidade do meio-fio (local de embarque e desembarque), conforto térmico, tempo de atendimento do check in, cortesia dos funcionários de segurança e dos funcionários do aeroporto.
Já o segundo pior avaliado, Galeão, teve notas mais baixas em limpeza de banheiro, distância de caminhada no terminal e facilidade em conexões.
A Infraero, que administra os aeroportos de Cuiabá, de Curitiba e do Galeão, no Rio, considerou a pesquisa importante para melhoria do atendimento. A Inframérica, responsável pelo Aeroporto de Brasília, disse que obras atualmente em andamento levarão a mudanças.
As melhores avaliações foram dadas para os aeroportos de Curitiba, que fica na cidade de São José dos Pinhais, Recife, Fortaleza e Natal.
Itens como valor da alimentação e custo do estacionamento tiveram notas baixas mesmo nos melhores aeroportos. Por outro lado, o item cortesia dos funcionários teve nota elevada na maioria dos aeroportos.
A pesquisa revelou ainda o perfil dos passageiros desses 15 aeroportos: 76% embarcaram em voos para destinos dentro do próprio país, 60% viajavam a lazer e 52% utilizaram transporte privado para chegar ao aeroporto.
O objetivo do governo é monitorar os indicadores a cada trimestre, com o objetivo de melhorar os serviços prestados de olho na Copa do Mundo do ano que vem.
"O passageiro brasileiro não é tratado ainda como cliente e ele precisa ser tratado como cliente", destacou o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco.

Fonte: Portal G1 

Importante pesquisa realizada pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, apresenta os piores aeroportos no Brasil. Foram levados em conta diversos critérios, para avaliação das condições de funcionamento dentre eles: tempo de espera em filas, segurança e condições de higiene dos banheiros. Foram ouvidos 21 mil passageiros que opinaram sobre diversos quesitos. A pesquisa tem como objetivo melhorar o atendimento prestado nos aeroportos, identificando problemas e buscando soluções aonde eles existirem. Algumas mudanças deverão ocorrer para melhoria das deficiências e o governo federal pretende monitorar os indicadores periodicamente a cada trimestre, buscando viabilizar medidas que assegurem avanços nos serviços prestados. No ano que antecede a Copa do Mundo no Brasil, essa medida é de fundamental importância aos clientes que realizam viagens rotineiramente e aos visitantes que pretendam conhecer o país. 



Curiosidades


Qual o significado da palavra TURISMO?

A palavra deriva de tour, do latim tornare e do grego tornus, cujo significado é giro ou círculo. Turismo seria, portanto, o ato de partir e posteriormente regressar ao ponto inicial, sendo que o realizador deste giro é denominado Turista.

Significado de Turista

Indivíduo ou grupo de indivíduos que se deslocam do seu lugar de origem (moradia) para realizar viagem superior a 24h, usufruindo da infra-estrutura do local visitado, sem fixar residência ou renda, motivados por situações diversas (lazer, descanso, eventos, atividades).

O Turismólogo

O Turismólogo é o profissional de nível superior que conhece, analisa e estuda o turismo em sua totalidade.


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